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  Associação esportiva X Clube empresa. Qual o modelo ideal para o Botafogo sair da crise?

Desde 02/2018
Goiänia/GO

Infanto


Em 11/02/2018 às 22:39

Qualquer irmão de camisa sabe conjugar o verbo querer na ponta da língua: quero, queres, quer, queremos, quereis, querem um Botafogo com finanças equilibradas, gestão profissional, dinheiro em caixa, transparência, governança corporativa, pois somente assim o clube poderá sair do amadorismo e passar a ocupar o papel de agremiação respeitada e vencedora.

Mas, o que fazer para o Botafogo se reerguer, ser respeitado não somente pelos seus, mas também pelos torcedores adversários?

Historicamente, já está mais do que provado que o atual modelo escolhido pelo Botafogo está falido. Não dá mais para acreditar que um clube organizado sob a forma de associação civil, com finalidades desportivas, sem fins lucrativos, como é o caso do nosso glorioso consiga abandonar esse modelo de administração amadora, incompetente e inconsequente, somente porque nós, os torcedores, desejamos.

O modelo escolhido por quem criou o Botafogo é que está errado: a forma de associação civil é coisa do passado, incompatível com a ideia de economia de mercado no mundo globalizado do futebol que vivemos. Enquanto o Botafogo insistir em fazer parte de um modelo esportivo amador, fazendo de conta que não almeja lucro, não sairá do fundo do poço.

Diante dessa realidade, não seria o caso de o Botafogo virar a página do amadorismo que o acompanha a mais de um século? Ante tantos insucessos, por que não tentar um nova forma de organização de entidade de prática desportiva? Por que tanto insistem em fechar os olhos para a forma de sociedade empresária com finalidade lucrativa, como existe na Inglaterra, desde o início do século passado, onde os clubes já eram (e continuam) administrados e organizados como empresas?

Não seria o caso de o Botafogo acordar para a realidade do futebol moderno, surgida com a possibilidade de os clubes brasileiros se converterem em associações empresárias?

E por que defendo essa tese? Porque o modelo de “clube empresa” é bem visto pelos órgãos públicos, já que uma empresa é mais fácil de ser fiscalizada do que uma associação. O modelo de “clube empresa” também favorece clubes de futebol que pretendem trazer investidores para o seu capital social (nenhum investidor consegue comprar participação em associações).

Porém, é importante mencionar que o sucesso do clube não está relacionado, necessariamente, com a sua conversão em empresa. Na Espanha, por exemplo, o modelo associativo é muito utilizado pelos grandes clubes (Barcelona e Real Madrid, por exemplo), e, mesmo assim, tais clubes conseguem ter sucesso (financeiro e desportivo), além de terem administrações muito modernas.

Você pode até se adiantar na defesa de manutenção do modelo associativo escolhido pelo Botafogo (associação civil, sem fins lucrativos, com finalidades meramente desportivas); pode até repetir que o mais importante de tudo a modernidade da administração e que o sucesso do clube não estão atrelados à sua transformação, ou que o sucesso do Botafogo está no comprometimento de seus administradores, e da transparência e acesso nas suas gestões, e também no sucesso dentro de campo e que isso se pode conseguir com ou sem a forma de “clube empresa”, mas muito dificilmente conseguirá convencer-me.

Sob a forma de associação, sem fins lucrativos, nenhum clube de futebol poderá, por exemplo, contratar profissionais de mercado remunerados em áreas importantes de back office do negócio futebol (financeira, marketing e jurídica) para apoiar o departamento de futebol (front office).

São esses profissionais as pessoas necessárias para a administração dos clubes de futebol modernos, ou seja, gestores contratados para a busca da eficiência operacional, redução dos custos e minimização da exposição aos riscos clássicos do futebol – financeiros, jurídicos e de mercado – e que, no caso do Botafogo, poderiam sanar os problemas atuais que levam o clube às dificuldades financeiras e à necessidade de recorrer a planos de parcelamento de dívidas.

Se lá fora dá certo, por que o Botafogo não tenta seguir por esse caminho? Nada pode ser feito de um dia para o outro, é claro, mas o clube tem opções interessantes para seguir em frente, independente dos obstáculos que surjam no longo caminho (CBF, calendário, leis etc.).

Esse pequeno texto não é um manual infalível, mas algumas possibilidades que podem ser analisadas pelos torcedores que desejam debater um novo modelo de organização para o Botafogo, ou que queiram ver o clube inserido no modelo mundo do futebol.

botafogoreal

Desde 12/2008 • 9 anos de CANAL
Brasília/DF

Nilton Santos


Em 11/02/2018 às 23:44
 

É isso que precisamos Gestor,profissionalismo.

Temos uma marca valiosa que tem tudo para ser vista novamente pelo mundo futebolístico.

Bom espero que a torcida mais próxima do Glorioso invente um novo modelo de gestão e a diretoria compre a ideia.

Grandes empresários botafoguenses podem ajudar nessa nova empreitada,

A marca Botafogo é muito valiosa,só precisamos de pessoas profissionais no comando.

Tem um grande empresário Botafoguense querendo se reerguer no mundo dos negócios,ai fica a pergunta porque o Botafogo não procura esse grande empresário?



Vini-S

Desde 02/2016 • 2 anos de CANAL
Porto Alegre/RS

Garrincha


Em 12/02/2018 às 00:39
 

Cara, 1o que a forma de associação civil não impede a contratação de profissionais remunerados pra diversos setores chaves, como já acontece no futebol, no marketing...

2o, que, como tu mesmo já disse, a simples transformação em clube empresa não é garantia de sucesso.

Aqui o Vitória fez isso, deu merda e voltou atrás.

Mesmo lá fora, há casos de clube empresas que deram certo, outros não.

Enfim, tem um projeto de lei tramitando que facilita um pouco a questão.

Vicente_xyz_1988

Desde 03/2017 • 1 ano de CANAL
Rio de Janeiro/RJ

Infanto


Em 12/02/2018 às 01:57
 

E cade a tal Companhia Botafogo que EXISTIA e administrava o Engenhao e algumas receitas do clube /?

Gestor

Desde 02/2018
Goiänia/GO

Infanto


Em 12/02/2018 às 02:50
 

Vini-S: No Brasil, a paixão das torcidas se torna, por algumas vezes, irracional e não temos precedentes em grandes clubes sobre as reações a que estariam sujeitas as sociedades empresárias.

Para uma gestão profissional, não é necessário que os clubes se transformem em empresas. A profissionalização deveria ser instituída para uma melhor gestão, ainda que em entidades sem fins lucrativos.

Alguns clubes brasileiros já estão trabalhando com gestão profissional e suas demonstrações financeiras começam a refletir a redução de passivos fiscais e trabalhistas, bem como o crescimento das receitas. Apesar disso, os estudos que fizemos sobre o assunto nos mostra que, regra geral, a interferência não profissional é grande e muitas vezes não está alinhada com os objetivos de boa governança para os clubes, cujo interesse deveria ser um só.

 A verdade é que os clubes do futebol brasileiro adotam uma política administrativa como se fossem velhos sindicatos comandados ou pelegos, ou por caciques e coronéis, de modo a impedir quaisquer medidas mais flexibilizadoras como alterações nos estatutos para aprimorar a governança e impor obrigações mais severas aos dirigentes eleitos por quem se acham “donos” das agremiações desportivas. Nem mesmo a Lei de Responsabilidade do Esporte (PROFUT) conseguiu sensibilizar os velhos caciques sobre a necessidade de abrir os clubes de futebol para os torcedores – o que, por via reflexa, com transparência e responsabilidade administrativa – serviria para atrair novos associados e investidores.

 Como não há cobrança pela busca de gestão profissional dos dirigentes eleitos, que deveriam acompanhar e monitorar as áreas estratégicas dos clubes e não existe cobrança por parte dos torcedores, apesar da previsão legal de um clube de futebol poder se transformar em companhas de capital aberto ou mesmo de quotistas, o que se vê são situações iguais às do Botafogo: gestão amadora, cujos resultados são conhecidos por todos: lamúrias, lamentações e, quando muito, considerar como “modelo de boa gestão” quem consegue realizar refinanciamento de dívidas fiscais e trabalhistas.

 É bem verdade que o caso do “fracasso retumbante” do clube baiano citado por você talvez tenha ocorrido porque a forma como os clubes são hoje administrados, ou mesmo essa grande influência de aspectos emocionais na administração, interfere de maneira bastante relevante na gestão e nas estratégias econômicas e jurídicas das associações esportivas, o que, muitas vezes, acaba prejudicando, a médio e longo prazo, qualquer projeto de transformação de uma associação centenária num clube empresa. E isso, sem dúvida alguma, somente mostra que o sistema associativo, que até pode ter sido vantajoso no passado, não funciona mais no presente, pois vai contra os reais interesses da própria instituição.

Afinal, nenhum clube de futebol pretende continuar a fazer parte de um sistema negocial falido, tal como se encontram quase todos os clubes de futebol do País.

Sinceramente, penso que esse não é o melhor caminho que desejo ver o Botafogo continuar a percorrer. A ideia é outra: Um clube, digamos, mais incentivador e menos autoritário. O debate aqui não é comparar o fracasso da gestão do Botafogo com a deste ou daquele clube que tentou, mas não conseguiu sucesso, ao se transformar em clube empresa – o que certamente ocorreu porque no processo de transformação continuou a existir os velhos vícios administrativos, tais como a recusa dos seus dirigentes em aceitar um punhado de regras próprias de associações com fins lucrativos.

 

Exemplo típico de fracasso desse modelo escolhido pelos clubes brasileiros pode ser resumido com o que acontece no próprio Botafogo: O presidente gere o futebol, cujo orçamento chega a tantos milhões num ano, e ao mesmo tempo, por força do seu Estatuto, terá que também administrar os esportes amadores e todas as atividades sociais do clube, como as piscinas ou o time de regatas, o basquete, a sauna etc.

Claro que tudo isso não pode dar certo, pois sempre haverá um conflito de prioridades, agravado pelo fato de que nem o presidente nem seus vices recebem remunerações para desempenhar essas funções.

E porque é assim, quem preside o clube não são empresários de sucesso, nem gestores profissionais; são médicos, engenheiros, dentistas e advogados que trabalham, parte do dia, em suas profissões para conseguir o sustento diário e, noutra parte, na administração do clube. Não funciona. E porque não funciona, os times montados por gestores amadores vivem a dar prejuízos, têm dívidas galopantes com governo, bancos e atletas, e perdem suas revelações para rivais locais e estrangeiros precocemente – afinal precisam da grana para sobreviver.

Soa estranho falar que o Botafogo precisa criar uma alternativa de estrutura societária à de associação sem fins lucrativos.

Ao invés de comparar o estado falencial do Vitória com o do Botafogo, talvez fosse o caso de apresentar outros exemplos de sucesso, ou caso concretos ocorridos fora do Brasil, que deixam a ideia mais fácil de entender. Os exemplos mais conhecidoss estão na Inglaterra, na Alemanha, entre outras ligas desenvolvidas do futebol europeu, que aqui não vou citar para que não pareça algo inalcançável ao Botafogo.

Citarei apenas um exemplo chileno: O Colo-Colo era soberano no futebol chileno, com 23 títulos nacionais conquistados até 2002, o que não o impediu de naquele ano ter a sua falência decretada pela Justiça do país. O roteiro era parecido com o dos brasileiros: dirigentes amadores deram prejuízos demais e deixaram dinheiro de menos no caixa. Aí o governo entrou no jogo. Em maio de 2005, foi promulgada no país a lei que instituiu a Sociedade Anônima Desportiva Profissona (SAPD). Para estimular que os times de futebol fossem desmembrados dos clubes sociais e fossem concentrados em empresas com esse formato.

No caso do Colo-Colo, uma sociedade anônima chamada Blanco y Negro foi fundada para administrar todos os ativos do futebol: atletas, estádio, televisão, patrocínios e tudo mais a que tivesse direito. Que tem seus profissionais contratados e remunerados para gerir o futebol tão bem quanto possível. O clube social poderia ter mantido consigo todas as ações dessa companhia que trata do futebol, mas foi mais longe do que isso. Em 24 de junho de 2005, o Colo-Colo se tornou o primeiro time de futebol da América – não só Latina, mas também do Norte – a abrir seu capital na Bolsa de Santiago. Vendeu 100% das ações dessa nova empresa para investidores diversos nessa jogada.

Os investidores que compraram os papéis passaram a ter voz na administração do time de futebol, logicamente, mas o modelo adotado não os faz donos absolutos. O clube manteve consigo uma única ação de classe A, um papel poderoso, que lhe dá direito de eleger dois dos nove membros do Conselho de Administração da Blanco y Negro. Os acionistas têm 100% das ações de classe B, que lhes dão o poder de nomear sete dos nove gestores, de avaliar orçamentos e balanços financeiros e de decidir onde serão feitos investimentos, entre outras funções, porém submetidos a certas restrições que só a ação de classe A, pertencente ao Colo-Colo social, tem sobre a Blanco y Negro. O brilho da jogada está no dinheiro que o clube conseguiu levantar com a venda das ações. Ao adotar uma estrutura profissional, submetendo-se às regras que companhias seguem quando são sociedades anônimas, o Colo-Colo conseguiu US$ 31,7 milhões na oferta inicial de ações na Bolsa – em inglês, o mercado financeiro chama a abertura de IPO. Os recursos foram usados para pagar as dívidas que sufocavam o time, além de sobrar o suficiente para dar uma repaginada no estádio.

A jogada deu tão certo que o Colo-Colo foi seguido pelos dois maiores rivais chilenos. A Universidad de Chile conseguiu US$ 14,7 milhões com a venda de 55% das ações da SADP que abriu para administrar o futebol em 2008, enquanto a Universidad Católica levantou US$ 25 milhões ao comercializar 100% de seus papéis em 2009. Ambos fizeram como o Colo-Colo e mantiveram com seus clubes sociais ações de classe A, que lhes asseguram a participação nas decisões que envolvem o futebol. Como as decisões passaram a ser coletivas, tomadas por acionistas que puseram dinheiro de fato no futebol, as administrações dos times se tornaram mais responsáveis e menos tolerantes a riscos. Juan Tagle, presidente da Universidad Católica, explicou em entrevista recente concedida a uma revista brasileira que de 70% a 80% dos atletas são formados nas categorias de base dos clubes. São raros os investimentos enormes em contratações de jogadores. Até porque, vigiado por acionistas e regrado pelas normas da SADP, o dirigente responderia com a perda do próprio patrimônio se tomasse decisões inconsequentes. Aí está a contrapartida para a grana obtida com o IPO na Bolsa: as empresas criadas para gerir o futebol têm de ter governança corporativa, transparência, Conselho Fiscal, obrigações que as grandes companhias de outros mercados, quando sociedades anônimas, também precisam obedecer. Os resultados no âmbito esportivo apareceram. O Colo-Colo faturou oito títulos nacionais a partir de 2002, quando quase faliu, enquanto a Universidad de Chile e a Católica revezaram entre taças chilenas e participações bem-sucedidas na Libertadores – inclusive contra brasileiros.

Vê-se, desse modo, que afora a teimosia que move o torcedor brasileiro em não aceitar o fato de o modelo de associação desportiva, sem fins lucrativos, não produz mais os resultados que os torcedores desejam para os seus times, falar em “clube empresa” no Brasil ainda constitui uma espécie de tabu – fato que inclui também o Botafogo.



Gestor

Desde 02/2018
Goiänia/GO

Infanto


Em 12/02/2018 às 03:15
 

Vicente_xyz_1988: Talvez eu não tenha conseguido ser claro quando defendi a tese de que o Botafogo deveria tentar transformar-se num clube empresa.

Veja bem, quando falo em “clube empresa” não estou fazendo menção a “jeitinho brasileiro”, ou criação de mecanismos para fraudar as leis tributárias e trabalhistas, como ocorreu com a “Cia Botafogo”, cujos resultados estão expostos em todos os sites da Justiça Federal e do Trabalho, onde resta revelado que a malsinada Companhia sonegou R$ 95.094.232,63. Ou seja: ao omitir as receitas da Companhia Botafogo, o clube alvinegro depositou apenas R$ 30.344.015,87, quando deveria ter pago R$ 125.438.248,50, levando-se em conta sua receita bruta de R$ 627.191.242,50, apurada de 2009 a março de 2013.

Não estou falando em criação de empresas piratas, nem tampouco de artimanhas ou de “Lei do Gerson” – tal como ocorreu com a Cia Botafogo, constituída pelo clube para receber as verbas de contratos de patrocínio e de outras atividades que envolviam vultoso retorno financeiro, com o nítido objetivo de livrar essas receitas do risco de penhoras judiciais.

Reconheço que esse é um tema palpitante e que, por isso mesmo, pode causar pequenas confusões. Mas são coisas distintas. Clube empresa não é sinônimo de “jeitinho brasileiro” (tal como ocorreu com a Cia Botafogo, cujos resultados maléficos causados ao clube todos conhecem), mas sim da possibilidade legal de um clube esportivo, ao invés de continuar a funcionar como uma associação civil sem fins lucrativos, ser transformado numa instituição voltada para obter lucro a partir dos esportes.



Renato Superstar

Desde 09/2017
Niterói/RJ

Mirim


Em 12/02/2018 às 08:30
 

Gestor:

quanto a história da Cia. Botafogo vc omitiu certas informações, PRINCIPALMENTE quando  da criação da Empresa LARANJA denominada PEPIRA na gestão do corrupto Mauricio Assumpção que captava os recursos do clube para dividir entre seus sócios. E todo o passivo trabalhista do clube era jogado na conta da Cia. Botafogo. 

Porque vc omitiu isso? 

O clube acionou juridicamente o ex Presidente a pagar um valor irrisorio de R$ 50 (milhões de reais) pelos desvios praticados e vc também não mencionou, porque? 



Gestor

Desde 02/2018
Goiänia/GO

Infanto


Em 12/02/2018 às 08:53
 

Bem lembrado, Superestar. Muito bem lembrado. Falha lamentável. Errei feio - ato humano, afinal.

pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 12/02/2018 às 09:04
 

Professor ou professora, Gestor ou Gestora, Vc começou seu discurso aqui falando na falencia do homem como gestor e apontando a saída dessa secular gestao da testosterona fracassada, por uma "vaginocracia". Esse assunto parece que dessa vez vc deixou de fora. Agora, vem, com todo direito, apresentar seu plano de voo como se fosse uma descoberta, uma panacéia pra todos os males. Bem, caro ou cara colega, não é nenhuma novidade no mundo seu modelo, ele vem sendo pregado mundo afora por todos os pseudos moderninhos que se acham a última bolacha do pacote. já vi muitos dessas bolachas quebrarem empresas que vinham dando certo a gerações, mas, e esse é o caso, nas últimas, foram mal geridas. Nesse contexto aparecem os modernos gestores decretando uma nova era, onde, a gestão familiar que durante décadas funcionou perfeitamente, não cabe mais nesse moderno mundo de Alice. Saiba, professor ou professora, que não é questão de modelo e muito menos de gênero e, sim, de capacidade, honradez e sobretudo, vontade de fazer.
Resumindo, vc nao foi o primeiro e nem será o último a vir aqui com formulas mágicas de gestão moderna. Eu, tampouco, sou daqueles que acham o amadorismo, no sentido exato do termo, nocivo. Já vi grandes empreendimentos darem certo com amadores, a diferença é que são amadores bem intencionados, competentes e honrados e, como diz o significado do termo, amantes do que fazem. no meu ponto de vista o Botafogo precisa é de amor. Precisa de quem esteja na sua direção, antes da capacidade, competência e objetivo, tenha muito amor a nossa Estrela.



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Obrigado 

ultra

Desde 06/2011 • 6 anos de CANAL
Fortaleza/CE

Garrincha


Em 12/02/2018 às 10:01
 

resumindo fora os velhos broxas de Gal Severiano?

henrique sergio

Desde 01/2007 • 11 anos de CANAL
Fortaleza/CE

Garrincha


Em 12/02/2018 às 10:07
 

Meu caro Gestor.
Como colocar a dívida do Botafogo para um S/A gerir?
Quem comprará as cotas na bolsa? investidores ou amadores?
Um calote na torcida socializando o prejú?

Ou não passaríamos a dívida para a empresa profissional, apenas a possibilidade de gerar lucros.
qual a dimensão desse contrato para podermos mensalmente pagar nosso passivo?
por que essa empresa não começaria do zero sem precisar do Botafogo?
ou a propositura passa por um calote, nos credores do Botafogo amador?

A crise econômica nacional não permite que novas empresas se estabeleçam com honestidade.
Os "bons" se mantém, enquanto os "bonzinhos" quebram. Para gerar lucro os "bons" sonegam, compram políticos, corrompem servidores e socializam seus prejuízos para a sociedade.

Em um País com crescimento zero, uma empresa cresce x% se outros decrescem x%, é exploração, sonegação, corrupção ou socialização de prejuízos, não tem como fugir disso.

O Desportivo Brasil foi vendido para um clube Chinês, mas ainda tem o Coimbra, o Tombense, o Tigres do Rio, o RB Brasil, o Audax... Todos são administração empresa, o ótimo econômico dessas empresas não coincide com títulos e glórias, bate mais com a venda de produtos tipo a antiga fazendas reunidas boi gordo, que captava novilhos para vender depois de adquirir algumas arrobas.

A terceirização do Botafogo é algo derivado da antiga idéia de um mecenas apaixonado pelo clube, mas alguns que existiam se bandearam para Bangu. Como o poder se despersonalizou e as Multinacionais não possuem donos, essas também não possuem paixões. Nesses casos, o ótimo produtivo não bate com o ótimo econômico (economia básica).

Para administrar uma paixão somente sendo amador (amante, amor).
Porém competente.

Esqueçam títulos, para uma administração em ótimo produtivo, estaremos em desperdícios econômicos e com isso endividando. Teremos de administrar em ótimo econômico e isso representa ser mediano entre os nacionais série A.

Admitamos, embora sejamos historicamente grande, teremos de ser e estamos sendo médios até atingirmos a sustentabilidade de nossas contas.

Por fim, essa de nossa torcida estar diminuindo, está, eu tenho um único filho e ele é Botafoguense. Eu reduzi em 50% a torcida para a próxima geração na minha casa. Nosso mundo, nossa economia não possibilita existir sem controle de natalidade e conquistar os filhos dos outros é muito difícil, nossos adversários são os videogames. Não é com títulos que conquistaremos a nova geração, é com coxinhas.

Fui.



 

pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 12/02/2018 às 10:53
 

E muitas coxinhas. Muitos que detonaram a parceria com o Felipe Neto, são os mesmos que identificam a diminuição, clara, da nossa torcida. Não se dão conta que foi a maior jogada do Padilha em matéria de marketing, quem tem filho pequeno sabe do que estou falando. Antes de detonarem qq coisa, reflita; vcs podem estar inconscientemente contribuindo para esse encolhimento da nossa torcida.



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Obrigado 

jorgeluiz

Desde 05/2008 • 9 anos de CANAL
Brasilia/DF

Garrincha


Em 12/02/2018 às 11:22
 

Pietro... e demais....

Penso que devemos deixar o Gestor se manifestar.

Como numa mesa de reunião. Temos dois ouvidos pra ouvir e uma boca pra falar.

Não é nenhuma novidade o que o Gestor escreveu pra alguns, mas tenho certeza que para alguns
"velhos broxas", como dizem muitos aqui, isto é novidade pura.

Portanto ao Gestor, que espero tenha a paciência de "ouvir" os nãos, as resistências e o apego ao velho, seja você um novo Gestor e envie suas idéias. Quem sabe alguém lhe ouvirá.

Abraços e votos de que você não se "aporrienhe" logo no inicio dos trabalhos.

Lembre-se, todos são refratários a quaisquer mudanças, pois geralmente todos estão numa BELA ZONA DE CONFORTO.

Adianto que enquanto estudante de faculdade tinhas idéias fantásticas e "meu supervisor" refutava tudo que propunha. Anos depois ele teve, infelizmente, um downgrade e me guindaram ao posto de Gerente.

A vida é assim. E as mudanças aconteceram.



   tô na área, se derrubar é penalti e sou amigo do juiz...

IN_FIRE

Desde 05/2011 • 7 anos de CANAL
Hell de Janeiro/RJ

Garrincha


Em 12/02/2018 às 12:03
 

Gestor, não sei quem você é, se já frequentava o fórum antes com outro nick (muito provável que sim) , ou quais são as suas intenções, mas vamos aos fatos: o tópico tem rico conteúdo para nutrir o debate, foi também muito bem redigido, todavia o Canal Botafogo , esse espaço falido na internet , não é o local ideal para você divulgar essas ideias e tentativas de fomentar o debate. Atualmente eu sugeriria o Fogãonet como forma de propagar a discussão entre a torcida e este seria apenas um detalhe, pois, diga-se de passagem, a internet também pode ser comparada a um oblivio de ideias nunca utilizadas ou postas em prática. Então, o mais importante, como eu disse em outro tópico, é fazer a sua opinião ou o seu debate chegarem dentro de GS, de preferência em uma reunião entre sócios proprietários. Fora isso, é um debate jogado ao vento. Já tenho pelo menos 8 anos de Canal Botafogo e já vi muitas propostas boas caindo para as últimas páginas e lá esquecidas. Então, não gaste seu tempo escrevendo tanto conteúdo aqui, a não ser que isso seja apenas lazer para você e não uma tentativa de realmente obter mudanças. Essa é a minha contribuiçâo. Ah, sim, eu sou a favor de um clube empresa. Do jeito que está o Botafogo vai ficar dando voltas e voltas atrás do próprio rabo até todos nós estivermos enterrados a 20 palmos debaixo da terra.



BOTAFOGO, BOTAFOGO,

UNIÃO:

NO PASSADO, NO FUTURO,

A CADA GERAÇÃO

BUSCA A JUSTIÇA EM CADA JOGO,

BOTAFOGO, TERÁS DE ENSINAR

QUE PARA VERMOS, A TUA ESTRELA BRILHAR

SERÁ PRECISO, CONTRA TODOS LUTAR

A BATALHA, ÁRDUA SERÁ,

MAS COM O NOSSO APOIO

HÁS DE SEMPRE CONTAR

 

 

  E O SEU “G” DE GLORIOSO É O QUE ASSENTE

QUE DE TODOS OS OUTROS FAZ-SE PRESENTE:

DIGNIDADE, A FIBRA DA TUA LUZ

QUE A SUA CHAMA PULVERIZE OS URUBUS

pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 12/02/2018 às 13:15
 

Jorge, nao sou apenas a favor das mudanças, como não faço outra coisa na vida que seja ter que, mudar. o meu contraponto é sobre essa ladainha de nova gestão. Esse modelo já é usado vários lugares, assim como dá certo em uns, dá errado em outros. então, não vejo que seja muito essa a questão, entre ser moderno ou ser o tradicional. No mais, já expus o que penso.
Abs



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Obrigado 

Gestor

Desde 02/2018
Goiänia/GO

Infanto


Em 12/02/2018 às 13:58
 

In Fire: Quer dizer, então, que "bati na porta errada"?

Rapazzzz...E o idiota aqui, depois que leu a serie de artigos pulicados pelo Bernardo Santoro, achando que o Canal Botafogo fosse um fórum, local propício, para debatermos ideias sobre o clube...

Como nunca frequentei o Canal, posso ao menos perguntar pra que serve esse fórum (sem ofensas)? rsrsrs 



IN_FIRE

Desde 05/2011 • 7 anos de CANAL
Hell de Janeiro/RJ

Garrincha


Em 12/02/2018 às 14:36
 

Talvez a pergunta correta seja qual era o objetivo do fórum e o que anos mais tarde ele se tornou.

Não vou me alongar, mas, atualmente, o debate está quase nulo e os tópicos que mais rendem são tópicos de intrigas e briguinhas entre os usuários que contam com a ausência da moderação, que há 5 anos atrás era muito mais atuante. Com várias picuinhas, falta de títulos e o time esfacelado em campo, o Canal vai perdendo gente e perdendo o sentido.

Vou falar por mim, atualmente eu entro pra opinar mais sobre esquemas táticos, analisar a postura do time em campo, o rendimento dos jogadores e xingar bastante o merda do Andeson Barros e o câncer do Montenegro e o Diarrej. Com a eliminação precoce do time em 2 competições, só sobrou a parte de xingar os responsáveis por isso.

Respondendo, então, a sua pergunta: o Canal serve pra gente falar do Botafogo, botar pra fora aquilo que a gente pensa, mas não vai pensando que o que a gente escreve aqui traz resultados na prática porque não traz. Existem atualmente outras redes sociais relacionadas ao Botafogo que estão em crescimento, tem mais público e atingem muito mais torcedores botafoguenses que o Canal. Lá as suas ideias provavelmente serão mais divulgadas e você poderá encontrar contatos que pensem como você. Se você for sócio proprietário, não deixe de apresentar tais ideias em GS e faça valer a sua voz. Caso contrário, é dar murro em ponta de faca e desperdício de energia.



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IN_FIRE

Desde 05/2011 • 7 anos de CANAL
Hell de Janeiro/RJ

Garrincha


Em 12/02/2018 às 14:39
 

Ah, sim, os artigos do Bernardo Santoro fizeram sucesso por um tempo, mas também perderam espaço para as picuinhas. Por falar nele, ele já não frequenta mais esse espaço há muito tempo.



BOTAFOGO, BOTAFOGO,

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rfabian

Desde 11/2016 • 1 ano de CANAL
SAO PAULO/SP

Profissional


Em 12/02/2018 às 16:59
 

Só quem pode salvar o clube é a torcida. Tirando isso, somente a chegada de um Árabe louco. Tudo é muito bonito, muito bem pensado, escrito, mas o meio do futebol é cruel. Estamos falando de uma empresa privada que sobrevive da paixão de quase quatro milhões de pessoas. Esse negócio de mudar, virar empresa, profissionalismo é apenas romântico. Ou a torcida abraça o clube, ou não vai mudar nunca. O problema é que a torcida do Botafogo espera um Uber novo, vencedor, para voltar. Isso não existe. Futebol se faz com dinheiro. Sem estádio cheio e ST bombando, não tem patrocinador. Não tendo patrocinador, não tem contratações. Não tendo contratações, não têm títulos. Não tendo títulos, não tem mídia, que hoje é a maior fonte de grana. A torcida reclama muito de presidente e de diretor técnico como se eles não montassem um time vencedor por birra. Não adianta chegar numa corrida de motos, com uma mobilete. Vai perder e não adianta xingar o mecânico, a empresa dos pneus etc. A sensação que dá é que a torcida cobra um Botafogo forte e campeão, mas troca o clube por qualquer passeio na praia ou shopping. Aí vai chorar eternamente. Não existe clube forte sem torcida forte. Nós temos os dois fracos, sem perspectiva de mudança.

pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 12/02/2018 às 18:32
 

Gestor ou gestora, vc fe sua proposta e eu te respondi o que penso sobre ela. Se vc bateu na porta errada, eu nao sei. Mas que isso aqui perdeu qualidade nos debates é verdade, sim. Não vi ninguém sendo grosseiro com vc, eu fui irônico, mas não deixei de colocar com argumentos o que penso, e ironia, não mata ninguém, seja de que gênero for.



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Obrigado 

ultra

Desde 06/2011 • 6 anos de CANAL
Fortaleza/CE

Garrincha


Em 12/02/2018 às 20:10
 

Gestor, acho que o querem te dizer é que aqui não se resolve nada!!! a torcida não tem voz na gestão do clube seja quem for o grupo que comanda, suas idéias são muito boas, mas, sabemos que clubes como o Botafogo não aceitam mudanças ou perder o comando principalmente das saunas que para eles é o que mais importa.
Mas se sinta a vontade

Vini-S

Desde 02/2016 • 2 anos de CANAL
Porto Alegre/RS

Garrincha


Em 12/02/2018 às 20:38
 

Que isso, Gestor, não desiste.

Fórum tá carente de debates menos rasos.

Assim que eu tiver com um teclado e não apenas o celular, gostaria de retomar o tema.

Gestor

Desde 02/2018
Goiänia/GO

Infanto


Em 12/02/2018 às 20:48
 

Pietrantonio:

Para não correr o risco de sentir aquela velha sensação de que não está sendo bem vindo na casa alheia, antes de redigir este texto e endereça-lo a você, aproveitei o “feriadão do Carnaval” para me inteirar do ambiente onde estou entrando agora. Por exemplo, depois de ler as respostas do In Fire e do Rfabian, atinei para o fato de que, antes de resolver me cadastrar neste Canal Botafogo, o correto seria conhecer o ambiente, suas regras. Confesso, agi por impulso (coisa normal, já que, regra geral, todo torcedor apaixonado por clubes de futebol age mais levado pela emoção e menos fazendo uso da razão).

De qualquer modo, somente agora, depois de vasculhar o ambiente, percebi que neste Fórum existem dois tópicos ou espaços fixos (um dedicado à regras que devem ser observadas pelos foristas e outro de uso exclusivo de uma equipe composta pelo Administrador e pela Moderação, este último para tratar de advertências, suspensões e banimentos de usuários, conforme o caso).

Dito isso, para o irmão de camisa, o que tenho a lhe dizer pode até parecer clichê, uso de frases soltas, “uso de neurolinguística”, mas, acredite, o que tenho a lhe dizer nada tem a ver com neurolinguística. Trata-se, simplesmente, de um modo diferente, um comportamento que escolhi para viver em sociedade – o que nem sempre é fácil seguir, e que neste Fórum pretendo fazer de tudo para funcionar, mais ou menos, assim: Você odeia entrar em discussões? Deseja evitar brigas ao máximo? Mas não importa o que fale sobre o Botafogo, sempre se envolverá em polêmicas?

Eu imagino como você se sente. Esse é um problema que atinge não apenas o torcedor botafoguense, mas boa parte da população, principalmente em tempos de internet.

E digo isso, com a maior tranquilidade porque com a idade que tenho, casado, pai de três filhas, um neto e, digamos assim, já realizado profissionalmente (e o mais importante, sócio proprietário do clube), não posso me dar ao luxo de sentir-me ofendido com quaisquer adjetivações ou brincadeiras lançadas sobre a minha pessoa pelos foristas que também frequentam este espaço.

Penso que quem frequenta fóruns de discussões não pode se ofender com absolutamente nada, quando expõe sua opinião ou ponto de vistas sobre determinados temas. Quem escreve qualquer coisa em Fóruns de discussões tem que aceitar o fato de que, a partir da publicação,  não pode mais ter opinião própria, pois se envolverá, cedo ou tarde em uma polêmica. Afinal, como é possível alguém ter uma visão sobre determinado assunto relacionado ao Botafogo completamente igual à minha?

Discussões, divergência de opiniões, são salutares e até servem para elevar o nosso ego nesse “universo paralelo” chamado internet. Acontece que essa realidade faz com que, às vezes, tenhamos muitos prejuízos em nossas vidas. Um dos principais deles é o desperdício de energia com coisas que banais, discussões que a nada levam ou que se distanciam do tema proposto para debates.

Quando isso ocorre, fico pensando se não seria melhor usarmos nossos argumentos ou nossas forças ou tempo, ou jeito de agir, para tirar aquele projeto da gaveta, aproveitar o final de semana com a família, realizar nossos sonhos, ao invés de perder tempo em discussões estéreis sobre os mais variados temas.

Pelo menos da minha parte, para evitar brigas ou “picuinhas” em locais como este, onde as amizades não passam de meras relações digitais, quero deixar claro uma coisa: a internet é um mundo à parte; é uma espécie de “universo paralelo” à realidade que vivemos. Assim, a melhor forma tentarei colocar em prática para evitar brigas e discussões neste fórum é a abstenção às provocações.

E por que digo isso? Porque acho que quando eu não conseguir lidar com comentários e opiniões diferentes do que penso, talvez seja esse o melhor caminho para evitar brigas e discussões: evitar, abster-me de eventuais provocações que nada têm a ver com o conteúdo do tema posto em debate. Somente assim será possível ler os comentários feitos sobre o que publiquei e não levar em consideração os comentários que são claramente para começar uma briga pessoal, desnecessária.

Pense em quanto estresse você evita e quanto tempo útil você ganha ao não entrar em discussões bobas. O que fazer, quando isso ocorrer? Só há duas maneiras: Entro na brincadeira ou simplesmente ignoro.

Não me leve a mal (afinal somos todos botafoguenses e isso é o quanto nos basta), mas no caso das tuas adjetivações lançadas à minha pessoa, preferi optar pela segunda alternativa. Como diz um meme muito famoso: don’t feed the trolls.



pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 12/02/2018 às 23:11
 

Não tenho a menor intenção e nem, em momento algum, assim quis. Se vc entendeu meu tom como briga, me fiz mal entendido. Discordei, numa medida, provocadora, porque vc chegou levantando uma discussão com pressupostos que considero questionáveis e com uma premissa de gêneros que acho absurda e que ando saturado de ouvir a repetição desse absurdo. Quanto a alimentar TROLLS ou não é uma opção particular, fica a seu critério, mas dê sempre preferência na vida a levarr na brincadeira, até porque, pelo jeito, vc não ignorou. Só é saudável que saiba distinguir quem é quem. Como lhe disse na minha primeira frase endereçada a vc: Seja bem vindo, ao menos, agora, sei que falo com um senhor. De resto, tudo que externei, é o que penso e confiro por observação na minha, tb, longa experiência de vida e de Botafogo, clube que acompanho desde criança quando frequentava GS, com a família Bebiano de Castro. De lá, pra cá, vários presidentes e diretores do clube foram e são meus amigos ou conhecidos.
De novo, digo, que não quis ser inimigo, apenas sou totalmente avesso a pressupostos ou paradigmas. Reflita sobre seus conceitos sobre gêneros, porque eles são muito EQUIVOCADOS.



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Gestor

Desde 02/2018
Goiänia/GO

Infanto


Em 12/02/2018 às 23:55
 

Pietrantônio:

Fazendo minhas as palavras do meu genro paulista, “de boa”, cara. Ou seja, eu já apresentei as minhas considerações em relação ao tratamento que me foi dispensado pelo irmão de camisa e você também já teceu o seu sentimento em relação ao mal entendido mútuo. Vida que segue, pois assim como não pretendo ser confundido como um adepto de misandria (nome dado ao sentimento de raiva ou aversão praticado contra o sexo masculino), também não quero, não pretendo e nem desejo considera-lo como pessoa que defende misoginia (sentimento extremo de repulsa, desprezo e ódio contra as mulheres).

Dito isso, como estou chegando agora no Canal Botafogo e, por isso mesmo, “ fazendo xixi nas fraldas” (trocadilho à parte, já que ainda sou “Fraldinha”), apenas para não atrapalhar meus raciocínios lógicos sobre o que pretendo debater neste Fórum, considerando os alertas que tenho lido no sentido de que “de nada adianta apresentar sugestões ou propostas para o clube, pois nada que se diz aqui é levado a sério por quem administra o Botafogo”, sugiro-lhe fazer assim, em relação aos meus textos: Despreze-os, simplesmente.

Sempre que algum tema estiver assinado pelo nick “Gestor” (a opção de não revelar o meu verdadeiro é porque não tenciono criar animosidades com vários amigos que tenho dentro da instituição Botafogo de Futebol e Regatas, pois as amizades passam, mas o clube continuará a existir), desde já, fica autorizado a dizer: “Quanta bobagem!”

Repito, voltando ao início: “De boa, cara”.



pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 13/02/2018 às 01:14
 

Gestor, obrigado pelas explicações sobre os significados dos termos, foi de grande valia. Sobre seus pontos de vista me parece que vc ficou melindrado de não ter tido o apoio que esperava. Parece, que não a toa, vc tem um nick de gestor ou poderia ser de professor, lhe cairia como uma luva.
Não querer se revelar para não criar animosidades com amigos dentro do clube, revela um sentimento estranho para quem quer mudanças, não combina, quem quer mudar dá a cara a tapa e vai enfrente. Me parece que temos aí, mais uma diferença, mas, não teime em levar para o pessoal, de boa cara. Não te conheço, nunca te vi, minhas posições são sobre as suas posições e não sobre sua pessoa, apesar, que a essa altura, já posso imaginar que vc é um gestor meio chatinha, enfadonho, tipo...dá sono .
Aceite um conselho; com covardia não mudamos nem de roupa. De boa, cara.



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Gestor

Desde 02/2018
Goiänia/GO

Infanto


Em 13/02/2018 às 01:15
 

Henrique Sérgio:

Antes de responder aos teus questionamentos (“como colocar a dívida do Botafogo para uma S/A gerir?” “Quem comprará as cotas na bolsa?” “Investidores ou amadores?” e “um calote na torcida socializando o prejú?”), é preciso esclarecer ao torcedor comum (refiro-me àquele que não detém qualquer conhecimento técnico sobre tipos de sociedades) a diferença entre sociedade limitada e sociedade anônima – espécies do gênero sociedade empresária.

1. Sociedade limitada – Também conhecida pela sigla LTDA, é uma modalidade de associação empresária ou um tipo “societário” mais simples do que uma S/A. A simplificação aqui mencionada refere-se apenas ao sentido de que, nessa modalidade, dispensa-se diversas formalidades que são impostas ou obrigatórias às sociedades anônimas.

Mas é preciso dizer que a dispensa de determinadas formalidades para a constituição de uma sociedade limitada nem sempre será mais vantajosa – embora seja o tipo societário mais comum em nosso País (seja pela maior agilidade na sua criação, seja porque confere segurança no que diz respeito à responsabilidade de cada sócio à sua participação no capital social).

Como o próprio nome indica, numa empresa limitada, a participação dos sócios, os atributos e competências individuais deles são fundamentais para que a sociedade atinja a finalidade para a qual foi criada.

Também é importante destacar que as pessoas envolvidas na sociedade limitada podem ser físicas ou jurídicas, desde que exista um vínculo de afeição que se traduz na união de esforços para a realização de uma finalidade comum – o que se aplica também aos clubes de futebol.

De qualquer modo, nesse tipo de sociedade, a participação dos sócios ocorre por meio de quotas, as quais, depois de integralizadas, representarão o limite da responsabilidade de cada um.  Dito de outro modo mais claro, somente após a transferência dos bens ou valores correspondentes a essas quotas de capital para o patrimônio efetivo da sociedade, os sócios estarão sujeitos à limitação de responsabilidade e seu patrimônio pessoal ficará protegido perante eventuais dívidas da empresa.

Claro que existem algumas ressalvas ou exceções para a citada “limitação de responsabilidade”. Nesse momento, todavia, não é interessante falar sobre isso. Por enquanto, basta lembrar que a forma de constituição de uma sociedade limitada é o contrato social – documento formal onde devem estar previstas as diretrizes, a participação de cada sócio na empresa, o valor do capital, as quotas de cada sócio etc.

Por fim, a administração da sociedade pode ser exercida pelos sócios ou por um administrador contratado para esta função – que poderá representar a sociedade nos atos e assuntos diários da empresa, ressalvados aqueles em que a lei ou o contrato social exigem a deliberação dos sócios.

2. Sociedades Anônimas - As Companhias – como são chamadas as S/As – fazem parte das sociedades ditas “de capital” – e não de pessoas, como as limitadas.

Nessa espécie societária o fator mais importante não é a individualidade dos sócios. Ao contrário da sociedade limitada, que é uma “sociedade de pessoas”, a característica principal de uma S/A é a “reunião de capitais”. Portanto, as características pessoais dos detentores desse capital e suas relações são irrelevantes para o funcionamento da empresa.

Outra caraterística que a diferencia de uma sociedade limitada é o fato de que na S/A o ato constitutivo não é o contrato social, mas o Estatuto Social. Na S/A, o capital é fracionado não em quotas, mas em ações e, em decorrência disso, seus sócios são denominados acionistas.

A responsabilidade dos acionistas nas S/As será limitada ao preço de emissão das ações subscritas e/ou adquiridas, não respondendo estes perante terceiros pelas obrigações assumidas pela sociedade.

Assim, verifica-se que também nesse tipo societário há a limitação da responsabilidade e, pode-se dizer, é ainda mais protetiva ao acionista do que a limitada é ao quotista. Isso porque nessa última, enquanto não integralizado o capital total da sociedade, os sócios responderão solidariamente por eventuais dívidas.

Outra característica importante das S/As é a possibilidade de livre cessão das ações por parte do seu detentor, o acionista. Isso é possível porque não importa a pessoalidade. Numa S/A, o capital pode circular livremente, uma vez que as características de “x” ou “y” acionistas não interferem no andamento da sociedade.

De igual modo, por se tratar de uma sociedade tipicamente de capital, uma S/A sempre objetivará a obtenção de lucros, os quais deverão distribuídos entre os seus acionistas.

Em termos estruturais, as sociedades anônimas mostram-se mais sofisticadas do que as sociedades limitadas. Isso porque possuem uma estrutura fixa determinada e que comporta os seguintes órgãos societários, sobre os quais brevemente comentaremos: Assembleia geral, Conselho de Administração, Conselho Fiscal e Diretoria.

3. Tipos de Sociedades Anônimas: Cias de “capital fechado” e de “capital aberto” - Nas S/As “fechadas”, os recursos são provenientes do investimento dos próprios acionistas. Da mesma forma, eventual negociação de ativos será realizada apenas entre as partes interessadas.

Em geral, companhias “fechadas” contam com o capital mais concentrado, ou seja, menor número de acionistas e maior concentração de ações em cada titularidade. Nesse ponto, pode-se dizer que as S/As “fechadas” muitas vezes assemelham-se às sociedades limitadas no que diz respeito à proximidade entre os sócios.

Já as Companhias “abertas” são aquelas que estão autorizadas a negociar seus valores mobiliários (ações, debêntures, comercial papers, partes beneficiárias e bônus de subscrição) no mercado de valores mobiliários (bolsa de valores ou mercado de balcão).

Note-se que as S/As “abertas” contam com a possibilidade de captar recursos junto ao mercado de capitais e, sendo assim, podem alcançar maior quantidade de investidores e, consequentemente, investimentos de maiores.

Um outro ponto que não se deve esquecer é que para tornar-se uma companhia “aberta”, a sociedade anônima necessita de prévia autorização governamental, a qual será obtida por meio do seu registro e lançamento de seus valores na Comissão de Valores Mobiliários – CVM, que é o órgão que regula e controla o mercado.

A possibilidade de negociação no mercado de valores mobiliários traz maior liquidez às ações da companhia, uma vez que serão acessíveis a um número muito superior de pessoas.

Além disso, a atuação da CVM e a sua forte fiscalização trazem transparência às negociações e facilitam a verificação das informações necessárias por parte do interessado, já que são públicas e obrigatórias – ao passo que nas companhias “fechadas”, eventuais negociações passarão necessariamente pelo levantamento de tais informações, procedimentos contábeis e avaliações de ativos.

Daí aparece outra característica das S/As abertas, o fato de oferecerem uma maior pulverização do capital – que significa um maior número de acionistas com menor concentração de ações por titularidade.

Feitas as considerações acima, destacamos que esse breve apanhado de ideias buscou trazer uma visão geral desses três formatos de sociedade e suas principais características sem, absolutamente, pretender esgotar o tema, restando muito ainda por ser dito.

O que é fundamental dizer neste momento, meu caro Henrique Sérgio, antes de responder às tuas perguntas, é que caso algum clube de futebol resolva transformar-se em clube empresa do tipo S/A, a adoção de qualquer tipo societário (aberta ou fechada) dependerá sempre de uma análise detalhada das necessidades e objetivos da sociedade.

Reconheço que esse é um tema tormentoso. Por isso, para responder aos teus questionamentos, o texto saiu-se longo. Como não pretendo (e nem disponho de tempo) publicar assuntos todo dia neste fórum, mas apenas semanalmente, tentarei responder tuas perguntas no próximo sábado (dia 17/02).

pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 13/02/2018 às 09:38
 

Responda uma simples e singela questão:
Vc começou dizendo que traria propostas de "nova"gestão ao Botafogo, aqui no canal. por entender que seria um espaço, onde, alguns foristas com influência dentro do clube, poderiam levar essa proposta ao andar de cima de GS. O que se faz entender que vc não tem nenhum acesso dentro do clube. Depois, distraído pela vaidade num entrevero criado pela sua mente, vc diz, não ao fórum, mas, a mim diretamente, que aqui veio trazer a sua "nova"gestão, para não criar melindres dentro do poder em GS, por muitos serem seus amigos e, acrescenta___ Os amigos passam e a instituição fica. Dessa vez, vc se faz entender totalmente diferente do que sugeriu anteriormente.
O ponto nervoso da questão é; se vc quer mudar e levar uma "nova"gestão ao clube e, vc tem, não só acesso como tb, faz parte desse establishment, por que não apresentar pessoalmente sua proposta ou ainda porque não cria ou participa de uma chapa? Do jeito que está posto por vc mesmo, fica parecendo uma manobra ininteligível para mim, a não ser, que seja por covardia, foi vc que disse que não queria criar melindres ou manobrando pessoas com dissimulações.
Sei que vc não me responderá, mas, responda para os demais foristas. Para ter o apoio de pessoas, deve-se ter a confiança delas.



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henrique sergio

Desde 01/2007 • 11 anos de CANAL
Fortaleza/CE

Garrincha


Em 13/02/2018 às 09:56
 

Gestor,

Eu sou um grande defensor de que todos, nicks prórpios, ou ocultos, fakes ou verdadeiros, frequentadores do estádio ou do sofáfogo tenham espaço à discussão aqui no forum e mereçam respeito ao que é colocado.

O problema que eu vejo não é o que está sendo colocado, o como e quando está sendo colocado.

Fim de mês, o cidadão sem ter o que comer pois o salário se foi, chega o amigo dando conselhos para que ele faça um curso de educação financeira e orçamento familiar. Pior, a forma não é de aconselhamento é de solução posta.

O nosso amigo economista e professor Bernardo Santoro tinha uma visão que foi exposta em um período de organização e reconstrução. Sua visão até certo ponto amarga era de que o Botafogo era inviável, mas um momento político e econômico nacional possibilitou uma chance e ele entrou no clube como um dos vices e trabalhou suas idéias, na medida do possível. Acredito que muito da visão sustentável da administração CEP se deva ao que ele ouviu do Santoro.

Mas o momento atual é de substituição de treinador e de colocação pela torcida do modelo adotado em cheque.

Eu tenho conhecimentos e opiniões sobre os temas que você trouxe, a maioria também possui, mas agora não se pode parar o carro para reformar o motor, estamos no meio da corrida. O Ano é de crise financeira para todos os times e principalmente para o nosso. Muitos estão se segurando e muitos estão gastando o que não possuem. Por melhor que seja a solução proposta e sou a favor da gestão profissional mas não esta que você propõe e não agora na instabilidade política e econômica. Reengenharia só é válida para quem está com sobras e na frente do processo, como forma de romper barreiras e não estagnar.

Por melhores que sejam suas idéias elas não são implementáveis agora e se seu objetivo é plantar uma semente, a terra está árida. O momento é de apreensão se compramos uma quentinha, pedimos pelo ifood ou se vamos ao restaurante, pois a fome está corroendo o estômago.

Convido a você a apresentar o trabalho quando nosso momento estiver estável, quando os assuntos estão rarefeitos, no período de férias de dezembro.

Neste exato momento eu só penso em quem será o técnico. Se for Cuca ou outro desse nível, por mais qualificado que seja, para mim será desesperador, será reverter um trabalho de pés no chão. Se for um retranqueiro ultrapassado, será covardia pura e se desfazer do investimento feito em jogadores velozes e novos. Eu não tenho poder de decisão, só posso torcer para que seja um treinador que tenha em seu modelo a juventude, o preparo físico a ocupação de espaços, o futebol reativo e que possamos caminhar pelo mesmo caminho.

Para mim, hoje, mais importante que o título Brasileiro ou o título da Sulamericana é conseguir bons contratos de venda para Marcelo, Rabello, Matheus, João Paulo, Renatinho, Ezequiel, Luis Fernando, Marcos Vinícius, Leandro Carvalho, todos em Euros e para a Europa, para desafogar nosso passivo e mesmo assim, conseguir boa classificação no Brasileiro para ganhar boa verba da televisão e poder participar de torneios internacionais ano que vem. Conseguir um patrocinador para o nome do estádio Nilton Santos e continuar formando garotos na base e garimpando jovens valores no mercado. Só assim sobreviveremos os próximos anos de pagamentos da dívida.

Uma vez saneado o Clube poderemos rever a política de pés no chão.

Sobre o futebol empresa, como ficou o Basquetebol empresa? e o Voleibol empresa? o futsal empresa?serviço terceirizado não é solução, mecenas CPF ou CNPJ não é a solução, S/A pode ser a solução mas o momento do clube tem que ser outro, com potencial de administração. Os modelos empresariais mundiais estão em crise. A tecnologia invade a mão de obra, a mão de obra perde salários, os salários baixos reduzem a rentabilidade das empresas, as empresas investem em barateamento de seus custos e com isso em tecnologia e o ciclo vicioso persiste em um modelo falido.

O poder migrou da posse para o conhecimento, mas a mensuração da riqueza ainda é feito pelo acúmulo de matéria. Esse modelo terá de ser revisto seja pelos Bitcoins, seja por valoração do lazer, saúde, educação, seja por políticas de estado forte acordando mundialmente redução das jornadas de trabalho.

No futebol, nossos filhos torcem por jogos em videogame e seus ídolos ganham milhões. A tecnologia invadiu a grama sintética, a bola, a arbitragem.

A comunicação instantânea da internet está engolindo as TVs abertas e as mensagens devem ser mais curtas a cada dia.

O futebol como um todo sobreviverá a mais duas gerações? a moeda física e a contabilidade em sua forma atual durará mais quanto tempo?

Qual a idade média dos sócios proprietários do BFR? Por quanto tempo conseguiremos montar duas chapas com 140 nomes cada?

Eu revi muitos dos meus conceitos nos últimos anos, tenho 50 anos e vejo que não fui eu quem mudou, foi o mundo que mudou e eu tenho que me adaptar a ele se eu não quiser ser lançado ao espaço vazio.

Recomendo a leitura de "Manual de Instruções para a Espaçonave Terra" de Richard Buckminster Fuller, acho que é assim que se escreve. Depois o "Ponto de Mutação" de Fridjof Capra.(o povinho dos nomes difíceis).

Depois podemos discutir a importância do conhecimento especializado e do tecnicismo no futuro das organizações como o Botafogo.




 

IN_FIRE

Desde 05/2011 • 7 anos de CANAL
Hell de Janeiro/RJ

Garrincha


Em 13/02/2018 às 11:49
 

Isso que o Henrique Sérgio disse também é verdade. A própria economia do país, com vários investidores com medo de se lançar de forma mais ofensiva, dificulta a implementação de novas soluções ao Botafogo.



BOTAFOGO, BOTAFOGO,

UNIÃO:

NO PASSADO, NO FUTURO,

A CADA GERAÇÃO

BUSCA A JUSTIÇA EM CADA JOGO,

BOTAFOGO, TERÁS DE ENSINAR

QUE PARA VERMOS, A TUA ESTRELA BRILHAR

SERÁ PRECISO, CONTRA TODOS LUTAR

A BATALHA, ÁRDUA SERÁ,

MAS COM O NOSSO APOIO

HÁS DE SEMPRE CONTAR

 

 

  E O SEU “G” DE GLORIOSO É O QUE ASSENTE

QUE DE TODOS OS OUTROS FAZ-SE PRESENTE:

DIGNIDADE, A FIBRA DA TUA LUZ

QUE A SUA CHAMA PULVERIZE OS URUBUS

Glorioso7

Desde 12/2016 • 1 ano de CANAL
São Paulo/SP

Nilton Santos


Em 13/02/2018 às 17:12
 

Eu acho que essa é a saída não só do Botafogo mas de todos os clubes. Se não for assim e com algumas mudanças em algumas outras leis e tratamento da CBF e RGT, nunca voltaremos a competir com os clubes do futebol mundial.

Renato Superstar

Desde 09/2017
Niterói/RJ

Mirim


Em 13/02/2018 às 19:18
 

Pietrantonio,
com olhos de águia.
Li e não tinha percebido o "pequeno" detalhe destacado.


Renato Superstar

Desde 09/2017
Niterói/RJ

Mirim


Em 13/02/2018 às 20:14
 

Pietrantonio,
segundo um passarinho com livre transito em GS e aqui no CB, cantou aos meus ouvidos, que as características e particularidades desse BEM TE VI são muito parecidas com as de uma pessoa que por aqui transitou até como colunista e que fez parte da gestão anterior na pasta financeira do clube.
Só não entendo porque colocar um advogado na pasta que seria de um economista ou contador.
Bem.. devem ser coisas dos Srs. Feudais.


pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 13/02/2018 às 20:34
 

Super star, o cara é muito estranho. Cheio de pompas e circunstancias, e com um discurso meloso, além de chato.



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Obrigado 

pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 13/02/2018 às 20:36
 

Num outro tópico, acima, ele começou o discurso no seu tom professoral e, em dado momento, disse: Pode até ter quem discorde de mim, apesar que eu não gosto. como assim? Podem discordar? Mas, eu não gosto?



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Obrigado 

Renato Superstar

Desde 09/2017
Niterói/RJ

Mirim


Em 13/02/2018 às 20:41
 

Se for quem eu penso ser, é um tremendo de um pavão.

É a EGOCENTRICIDADE  em pessoa.



Renato Superstar

Desde 09/2017
Niterói/RJ

Mirim


Em 13/02/2018 às 21:14
 

Justiça seja feita, o que mais tem em GS é pavão.
O clube (coitado) não tem merda no cú para cagar, mas o que tem de gente posuda é uma festa.


pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 13/02/2018 às 21:57
 

Sem comentários, Superstar.



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Vicente_xyz_1988

Desde 03/2017 • 1 ano de CANAL
Rio de Janeiro/RJ

Infanto


Em 14/02/2018 às 03:12
 

Hoje o formato que funciona (via Unimed Flu e Crefisa Palmeiras) vem a ser o da empresa que injeta $$$ no futebol do clube para publicidade, exposição da marca na mídia, falcatruas e sonegar impostos.

Os outros nao se provam eficientes no Brasil. So quem gosta de “Clube Empresa” são uns consultores de m.erda (tipo Amir Somoggi e outros), que estão ha décadas falando sobre profissionalismo e gestão e não tem trabalho nenhum de sucesso para mostrar.

Qual clube grande adotou as ideias que esses caras vendem, e caro ??

henrique sergio

Desde 01/2007 • 11 anos de CANAL
Fortaleza/CE

Garrincha


Em 14/02/2018 às 11:01
 

Vicente 10x0.



 

ULTRA

Desde 06/2011 • 6 anos de CANAL
Fortaleza/CE

Garrincha


Em 14/02/2018 às 11:59
 

a solução para o Botafogo seria um magnata comprar o clube, transformá-lo em clube profissional , aos velhos broxas de GS dar cadeiras nos jogos e fraldas

ULTRA

Desde 06/2011 • 6 anos de CANAL
Fortaleza/CE

Garrincha


Em 14/02/2018 às 11:59
 

a solução para o Botafogo seria um magnata comprar o clube, transformá-lo em clube profissional , aos velhos broxas de GS dar cadeiras nos jogos e fraldas

ULTRA

Desde 06/2011 • 6 anos de CANAL
Fortaleza/CE

Garrincha


Em 14/02/2018 às 11:59
 

a solução para o Botafogo seria um magnata comprar o clube, transformá-lo em clube profissional , aos velhos broxas de GS dar cadeiras nos jogos e fraldas

pietrantonio

Desde 05/2012 • 6 anos de CANAL
Rio de janeiro/RJ

Garrincha


Em 14/02/2018 às 12:03
 

Esse placar tá muito maior, se Vicente fez 10, somado aos outros 30, tá 40x0.
Gestão moderna... ? Como se o mundo até os dias de hoje não tivesse existido; eles os reinventaram, os mudernos.
claro que sei que temos de acompanhar as mudanças que o mundo impõe, mas, essa retórica do moderno é pretensiosa, arrogante e, muitas vos, se mostra ineficaz. Esquecem as pessoas que muitas vzs esses novos paradigmas são uma burla ao que tá posto para se mudar.. mudar...esqueci.



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botafogoreal

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Nilton Santos


Em 14/02/2018 às 21:58
 

É isso ai Vicente.

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Infanto


Em 15/02/2018 às 02:12
 

"Qual clube grande adotou as ideias que esses caras vendem, e caro ??"

No Brasil, nenhum, meu caro Vicente. E isso talvez explique o placar elástico de, segundo as contas apresentadas, até aqui, "Vicente 40 X 0": Mero dilema "Biscoitos Tostines" (lembra?), que se resume no seguinte: Os "velhos broxas" não permitem qualquer mudança ou transformação de clubes constituídos sob a forma de associação para clubes empresas porque seguem a mentalidade dos seus torcedores - os mesmos torcedores que desejam vê-los longe da associação, por considerá-los inaptos ou incapazes de bem administrar uma associação que faz parte de um sistema falido.

E o dilema (ou ciclo vicioso) vai persistindo: No Brasil, os clubes de futebol não são empresas porque os dirigentes fazem o que os torcedores querem continuar a torcer para associações desportivas deficitárias, OU as associações desportivas são deficitárias porque os torcedores querem os dirigentes as transformem em clubes empresas?



 
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