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Nicanor Passos
  A Profissionalização do Botafogo na Pós-Modernidade

Desde 09/2020
Goiânia/GO

Garrincha


Em 27/02/2021 às 13:45

A Profissionalização do Botafogo na Pós-Modernidade

I – Introdução

Noutro post que publicamos aqui no Canal Botafogo (intitulado “Pós Modernidade e a Era do Streaming – Fatos que o Botafogo não pode ignorar”), ficou claro que o final o século 20 teve como causa decorrente a pandemia em que estamos vivendo. Portanto, com a Covid-19 se inicia aquilo que chamamos de “pós-modernidade”.

A Covid-19 (o verdadeiro marco do início do século 21) está funcionando com uma espécie de acelerador do futuro e já produz transformações na economia, nos modelos de negócios, na relação do homem com a cidade, com o lazer – onde se situa o futebol – em todos os setores da atividade humana.

Pois bem, antes mesmo de assumir a presidência do clube, o então candidato (atual presidente eleito e empossado), Durcésio, ao conceder entrevista ao GE da Globo, afirmou:

-Um projeto meu é profissionalizar o clube, porque esse amadorismo levou aonde está hoje. Isso acho que passa por uma gestão profissional, com um CEO, diretores remunerados, performance e metas. Eu quero funcionários em tempo integral, um CEO que caiba nas finanças, que traga resultados, escolher uma equipe básica, o diretor financeiro, diretor comercial e o diretor de administração ou de serviços (...).

Dito de outro modo, conforme o presidente, aquele mundo puritano, amador, que tem inspirado a administração do Botafogo (desde a sua fundação, até o final do século 20) não cabe mais no século 21 – no que concordo, já que aqueles métodos implantados no clube por dirigentes amadores, que durante muito tempo eram ditadas e funcionavam como “verdades absolutas” não se aplicam mais na pós modernidade do futebol.

Advirta-se, desde logo, não se deve confundir os termos profissionalizar o clube e “gestão profissional” com transformação do Botafogo em clube-empresa”, nem tampou em separação do futebol do clube social com a criação de uma S/A”. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Assim, quando o presidente diz que durante a sua gestão pretende imprimir uma gestão profissional (CEO, diretor financeiro/controller, diretor comercial, diretor de administração ou de serviços, por exemplo) remunerados e que receberão remuneração mediante performance e metas, que caiba nas finanças do clube, apenas exemplifica a diferença entre o que é dirigir um clube de forma amadora, com a de um clube gerido profissionalmente.

Grosso modo, penso que o que o atual presidente quis dizer é que, no mínimo, pretende fazer no Botafogo aquilo que o Flamengo fez durante a gestão Bandeira de Mello, cujos frutos positivos começam a ser produzidos agora.

Antes que algum desavisado faça objeção à pretensão do presidente, não é demais esclarecer que os cargos responsáveis pelas áreas de Comunicação, Segurança, Administrativa/ Financeira e Comercial/ Marketing, assim como pela Diretoria Geral de todos os clubes brasileiros que disputam campeonatos organizados pela entidade são exigidos de acordo com o Licenciamento de Clubes da CBF”.

II – Teatro Corporativo do Futebol Brasileiro

Apesar de a maioria dos clubes brasileiros estarem constituídos sob a forma de associação civil (pelos motivos que todos conhecem, dentre os quais e principalmente “não pagar tributos”), o teatro corporativo em que se transformou o futebol nacional não funciona mais.

O modelo teatral do futebol pátrio faliu e está levando para o buraco todos os times pelos quais torcemos. O Botafogo é apenas mais um dos “falidos” que caiu nessa vala comum.

Para que o leitor tenha noção daquilo que pode ser definido como “teatro corporativo do futebol brasileiro”, vale conferir quais são os principais cargos existentes nos clubes que disputam as séries “A” e “B” do Campeonato Brasileiro, conforme pesquisa encomendada pela CBF à Ernest Young – EY – no ano 2017:

II.1 - Cargos pesquisados Administrativo

Diretor/Gerente de Comunicação ou equivalente

Diretor/Gerente de Esportes Olímpicos/Outros esportes (não futebol)

Diretor/Gerente de Operações Sociais/Não Esportivas ou equivalente

Diretor/Gerente de Segurança ou equivalente

Diretor Administrativo, Financeiro, CFO ou equivalente

Diretor Comercial, Marketing ou equivalente

Diretor de Operações, COO ou equivalente (exceto Diretor de Futebol)

Diretor-Geral, CEO ou equivalente

Gerente Administrativo Financeiro/Controller ou equivalente

Membro do Conselho de Administração, Fiscal ou similar

Presidente  

Vice-Presidente (exceto Vice-Presidente de Futebol)

Observação: Não há respostas suficientes para a análise ou corresponde a cargos não remunerados.

II.2 - Cargos pesquisados Futebol

Analista de Desempenho e Mercado (Scouting)

Assessor de Imprensa

Assistente Social

Auxiliar de Cozinha

Auxiliar de Fisiologia

Auxiliar de Fisioterapia

Auxiliar de Nutrição

Auxiliar de Pedagogia

Auxiliar de Serviços Gerais

Auxiliar Técnico da Equipe Principal Feminina

Auxiliar Técnico da Equipe Principal Masculina

Auxiliar Técnico das Categorias de Base Sub 15

Auxiliar Técnico das Categorias de Base Sub 17

Auxiliar Técnico das Categorias de Base Sub 20

Coordenador de Fisiologia da Equipe Principal Masculina

Coordenador de Fisioterapia da Equipe Principal Masculina

Coordenador Médico da Equipe Principal Masculina

Coordenador Médico das Categorias de Base

Copeiro

Cozinheiro

Diretor de Futebol ou equivalente

Fisiologista da Equipe Principal Masculina

Fisioterapeuta das Categorias de Base

Fisioterapeuta da Equipe Principal Masculina

Gerente / Administrador do Centro de Treinamento

Gerente de Futebol

Coord. / Gerente de Futebol das Categorias de Base

Gerente Operacional, Logística ou equivalente

Líder de Análise de Desempenho e Mercado

Líder de Observação Técnica de Campo

Massagista das Categorias de Base

Massagista da Equipe Principal Masculina

Médico da Equipe Principal Masculina

Médico das Categorias de Base

Motorista

Nutricionista das Categorias de Base

Nutricionista da Equipe Principal Masculina

Observador Técnico de Campo

Pedagogo

Preparador de Goleiros das Categorias de Base

Preparador de Goleiros da Equipe Principal Masculina

Preparador Físico das Categorias de Base

Preparador Físico Equipe da Principal Masculina

Psicólogo

Relações Públicas

Roupeiro da Equipe Principal Masculina

Roupeiro das Categorias de Base

Segurança / Portaria

Supervisor de Futebol das Categorias de Base

Supervisor de Futebol da Equipe Principal Masculina

Técnico de Enfermagem

Treinador da Equipe Principal Feminina

Treinador da Equipe Principal Masculina

Treinador das Categorias de Base Sub 15

Treinador das Categorias de Base Sub 17

Treinador das Categorias de Base Sub 20

Vice-Presidente de Futebol

Fonte

https://cassiozirpoli.com.br/os-salarios-do-futebol-brasileiro-fora-das-quatro-linhas-estudo-via-cbf/

Ninguém sabe informar qual é a quantidade de empregados do Botafogo contratados para funções administrativas e para exercer funções relacionadas ao futebol.

- A primeira coisa que o Goiás precisa fazer é encontrar um caminho de volta aos trilhos, o Goiás infelizmente, atravessa talvez a pior crise financeira da sua história. Porque quando o Goiás tinha um faturamento baixo, ele também tinha uma estrutura pequena. Hoje o Goiás tem uma estrutura muito grande, já estão sendo eliminados muito cargos. Há poucos dias se extinguiu o cargo de Gestor de Futebol, o Goiás tinha gestor de segurança e muitos outros… a lista é de mais ou menos 100 pessoas que também devem perder os seus empregos. 

Fonte

https://sagresonline.com.br/vamos-ter-que-cortar-mais-do-que-na-carne-vamos-ter-que-raspar-o-osso-declara-edminho-pinheiro-sobre-as-dividas-do-goias/

Como se vê, numa época em que o “Perseverance” já percorre o solo marciano, não dá mais para acreditar que o modelo teatral movido a “Landau (trocadilho à parte) seja o modelo mais adequado para mover um clube de futebol com a grandeza do Botafogo.

Portanto, a partir do momento em que a pós modernidade alcança a rotina das empresas, o antigo modelo, através do qual líderes subordinados se comportavam como personagens atuando em papeis delimitados por seus cargos, passa a perder espaços.

Por óbvio, isso também se aplica ao futebol (independentemente de os clubes continuarem regidos sob a forma de associações civis): a forma amadora de administração do futebol, na base do amadorismo (teatro corporativo) deve tomar novos rumos, com administrações que valorizem um comportamento genuíno, transparente e horizontal.

Na pós modernidade, os novos líderes do futebol terão que vão conduzir os clubes na próxima década serão aqueles capazes de imprimir nova mentalidade e postura profissional nessas entidades desportivas.

 

De duas, uma: ou o Botafogo continua a ser regido sob a forma de associação civil, mas adequando a sua realidade financeira ao patamar de clube mediano, com redução de gastos (o que somente poderá ser feito se separar o futebol do clube social), ou de forma transitória, começa a preparar-se para virar clube-empresa (o que somente ocorrerá se contratar profissionais competentes para fazer a transição do modelo).

Resta saber de onde virá o “dinheiro novo” (expressão da moda), bem como quem serão os profissionais contratados para realizar a transição do modelo associativo (associação civil sem fins lucrativos) para o societário (clube-empresa).

III – O que faz e quanto ganha um CEO

CEO é a nomenclatura ou sigla que no mundo dos negócios é atribuída ao diretor executivo. Ou seja, ao profissional qualificado para exercer o cargo mais importante de uma instituição (empresa ou outra entidade, tanto faz).

Compete ao CEO a função de satisfazer as necessidades dos colaboradores (empregados ou não), investidores, fornecedores e clientes, dentre outras tarefas. Mais do que isso, é o responsável por todas as decisões importantes voltadas para a realização de negócios, principalmente as estratégicas.

De um modo geral, as atribuições de um CEO variam de acordo com as necessidades e objetivos da pessoa jurídica que o contratou, além do tamanho, número de colaboradores e produto/serviço oferecido. Basicamente, será o “responsável por tudo”: Planejamento estratégico, definição de missão, visão e valores - fatores determinam onde a instituição está e aonde deseja chegar.

A criação de uma cultura organizacional também é uma das atribuições de um CEO – o que significa que esse profissional terá que possuir as seguintes habilidades: a) Curioso - prestar atenção nas tendências de mercado (incluindo o internacional); b) Corajososaber a hora de sair da zona de conforto; c) capacidade de liderança saber orientar e delegar responsabilidades; d) Mix de capacitações - possuir habilidades técnicas, gerenciais, financeiras e operacionais; e) Solucionador de problemas - deve ser capaz de enxergar soluções onde a maioria das pessoas não vê alternativa.

E quanto à remuneração de um CEO? Quanto ganha um Chief Executive Officer?

Pelo menos no que diz respeito ao mundo desportivo (onde se insere o futebol), se for contratado na condição de empregado, o salário médio nacional de um CEO é de R$ 180.000, no Brasil. Filtre por localização para ver os salários de Chief Executive Officer (CEO) na sua região. As estimativas de salários têm como base os 11 salários enviados de forma sigilosa ao Glassdoor por profissionais contratados com o cargo de Chief Executive Officer.

Se estivéssemos falando em remuneração de CEO´s de grandes corporações, seria “outros quinhentos”, pois as cifras ultrapassariam a casa dos milhões/ano.

IV – Conclusão

Ano após ano o futebol tem potencializado capacidade de movimentar recursos, gerar lucros que ultrapassam o universo mercadológico visto por aqueles que administram os clubes brasileiros com a repetição de mesmices ou visão linear com que enxergam a modalidade esportiva.

O crescimento assustados de investimentos no futebol, verificado principalmente a partir dos anos 2000, coincide com a expansão das fronteiras do esporte pelos quatro cantos do mundo.

Sob tal prima, a gestão eficiente das entidades do setor deveria servir de alerta aos dirigentes nacionais para assumirem papel fundamental não apenas para a conquistas de títulos, mas para transformar as elevadas cifras em resultados operacionais lucrativos e, de forma cíclica, expandir o fortalecimento das marcas dos clubes em geração de novas receitas (dinheiro novo).

Ao herdar das gestões anteriores um clube com as finanças depauperadas e a sua principal fonte de custeio (o time de futebol) na série B do Campeonato Brasileiro, a mim me parece que o novo presidente do Botafogo tenciona modificar a visão linear que sempre acompanhou o Glorioso, imprimindo-lhe novos rumos, com uma gestão condizente com as exigências do futebol nesses tempos de pós-modernidade que se iniciam.

A profissionalização do Botafogo é uma necessidade que se impõe – era pra ontem; hoje já se faz com atraso. A contratação de um CEO e dos profissionais mencionados na entrevista que concedeu à imprensa, antes mesmo de assumir o Botafogo, representará o primeiro passo a ser dado para o clube transformar-se numa entidade esportiva GRANDE.

Nicanor Passos

Desde 09/2020
Goiânia/GO

Garrincha


Em 27/02/2021 às 14:03
 

EM TEMPO: A transcrição da fala do presidente do Goiás E.C., em entrevista concedida à Rádio Sagres 730, recentemmente, foi feita a título meramente comparativo o que ocorre no Botafogo. Explico, se no Goiás, conforme o presidente, será necessário "dar uma canetada" para demitir de uma só vez 100 empregados, imagine no Glorioso em que, segundo as projeções do Emílio, ao responder às perguntas que fizemos no tópico "Quantos torcedores o Botafogo tem no Brasil"), estima que esse número não poderá ser inferior a 500 pessoas.


emilio

Desde 11/2009 • 11 anos de CANAL
Belo Horizonte/MG

Garrincha


Em 27/02/2021 às 19:20
 

Esta história de dimiinuir despesa, sempre me lembra o Lira um lateral esquerdo que foi do Fluminense, seleção brasileira, e jogava aqui em Minas acho que no Atlético, e teve o contrato rescindido, mais ou menos na época que o Marques chegou em Minas.

O Lira levou a loira do Marques para aluguel um apartamento, a locadora era do lado do meu escritório, e o Lira ficou conversando comigo, e relatava que por mais diminuisse as despesas, ele não conseguia zerar, que ainda tinha despesas de R$ 8.000,00 por mês, que era uma fortuna para aquela época.

O que me faz lembrar sempre deste epispodio, e que a  mulher do Marques conversa com Eduardo dono da imobiliária, naquela época nem me lembro se havia celulares, lembro-me que o Eduardo pediu para usar o meu telefone, e ligou para uma outra imoliári, do Roberto, do outro lado Avenida, perguntando induzindo, sabe aquele apertamento de R$ 1.200,00, na rua tal, vizinho do meu, tenho um cliente pra ele. Logo depois eles foram pra lá, e o Eduardo me falou que a loira não aceitava de jeito nenhum morar num apartamento de R$ 600,00, então ele arrumou um aluguel de 600 por 1200 pra ela.

Dinheiro fáz cócegas também.



Nicanor Passos

Desde 09/2020
Goiânia/GO

Garrincha


Em 27/02/2021 às 19:28
 

emilio disse:

Esta história de dimiinuir despesa, sempre me lembra o Lira um lateral esquerdo que foi do Fluminense, seleção brasileira, e jogava aqui em Minas acho que no Atlético, e teve o contrato rescindido, mais ou menos na época que o Marques chegou em Minas.

O Lira levou a loira do Marques para aluguel um apartamento, a locadora era do lado do meu escritório, e o Lira ficou conversando comigo, e relatava que por mais diminuisse as despesas, ele não conseguia zerar, que ainda tinha despesas de R$ 8.000,00 por mês, que era uma fortuna para aquela época.

O que me faz lembrar sempre deste epispodio, e que a  mulher do Marques conversa com Eduardo dono da imobiliária, naquela época nem me lembro se havia celulares, lembro-me que o Eduardo pediu para usar o meu telefone, e ligou para uma outra imoliári, do Roberto, do outro lado Avenida, perguntando induzindo, sabe aquele apertamento de R$ 1.200,00, na rua tal, vizinho do meu, tenho um cliente pra ele. Logo depois eles foram pra lá, e o Eduardo me falou que a loira não aceitava de jeito nenhum morar num apartamento de R$ 600,00, então ele arrumou um aluguel de 600 por 1200 pra ela.

Dinheiro fáz cócegas também.

kkkkk... Só um cara "das antigas" como você, Emílio, para me fazer rir ante tanta infelicidade que o nosso Botafogo tem nos proporcionado ultimamente... kkkkkk


emilio

Desde 11/2009 • 11 anos de CANAL
Belo Horizonte/MG

Garrincha


Em 27/02/2021 às 19:50
 

Nicanor Passos disse:
emilio disse:

Esta história de dimiinuir despesa, sempre me lembra o Lira um lateral esquerdo que foi do Fluminense, seleção brasileira, e jogava aqui em Minas acho que no Atlético, e teve o contrato rescindido, mais ou menos na época que o Marques chegou em Minas.

O Lira levou a loira do Marques para aluguel um apartamento, a locadora era do lado do meu escritório, e o Lira ficou conversando comigo, e relatava que por mais diminuisse as despesas, ele não conseguia zerar, que ainda tinha despesas de R$ 8.000,00 por mês, que era uma fortuna para aquela época.

O que me faz lembrar sempre deste epispodio, e que a  mulher do Marques conversa com Eduardo dono da imobiliária, naquela época nem me lembro se havia celulares, lembro-me que o Eduardo pediu para usar o meu telefone, e ligou para uma outra imoliári, do Roberto, do outro lado Avenida, perguntando induzindo, sabe aquele apertamento de R$ 1.200,00, na rua tal, vizinho do meu, tenho um cliente pra ele. Logo depois eles foram pra lá, e o Eduardo me falou que a loira não aceitava de jeito nenhum morar num apartamento de R$ 600,00, então ele arrumou um aluguel de 600 por 1200 pra ela.

Dinheiro fáz cócegas também.

kkkkk... Só um cara "das antigas" como você, Emílio, para me fazer rir ante tanta infelicidade que o nosso Botafogo tem nos proporcionado ultimamente... kkkkkk



E o Oseas que não sabia que existia FGTS, quando saiu do Cruzeiro, o Valdo que era gerente da agência do Barro Preto, teve que procura-lo como agulha no palheiro pra receber, e ele não acreditava, achava que era pegadinha. Nunca tinham depositado FGTS pra ele. Hoje até dente de leite já quer direito trabalhista.

 



Msb

Desde 12/2019 • 1 ano de CANAL
Nova Friburgo/RJ

Garrincha


Em 27/02/2021 às 20:08
 

emilio disse:

Esta história de dimiinuir despesa, sempre me lembra o Lira um lateral esquerdo que foi do Fluminense, seleção brasileira, e jogava aqui em Minas acho que no Atlético, e teve o contrato rescindido, mais ou menos na época que o Marques chegou em Minas.

O Lira levou a loira do Marques para aluguel um apartamento, a locadora era do lado do meu escritório, e o Lira ficou conversando comigo, e relatava que por mais diminuisse as despesas, ele não conseguia zerar, que ainda tinha despesas de R$ 8.000,00 por mês, que era uma fortuna para aquela época.

O que me faz lembrar sempre deste epispodio, e que a  mulher do Marques conversa com Eduardo dono da imobiliária, naquela época nem me lembro se havia celulares, lembro-me que o Eduardo pediu para usar o meu telefone, e ligou para uma outra imoliári, do Roberto, do outro lado Avenida, perguntando induzindo, sabe aquele apertamento de R$ 1.200,00, na rua tal, vizinho do meu, tenho um cliente pra ele. Logo depois eles foram pra lá, e o Eduardo me falou que a loira não aceitava de jeito nenhum morar num apartamento de R$ 600,00, então ele arrumou um aluguel de 600 por 1200 pra ela.

Dinheiro fáz cócegas também.


Porra, isso é sensacional 




things are happening

Nicanor Passos

Desde 09/2020
Goiânia/GO

Garrincha


Em 27/02/2021 às 21:40
 

Msb disse:
emilio disse:

Esta história de dimiinuir despesa, sempre me lembra o Lira um lateral esquerdo que foi do Fluminense, seleção brasileira, e jogava aqui em Minas acho que no Atlético, e teve o contrato rescindido, mais ou menos na época que o Marques chegou em Minas.

O Lira levou a loira do Marques para aluguel um apartamento, a locadora era do lado do meu escritório, e o Lira ficou conversando comigo, e relatava que por mais diminuisse as despesas, ele não conseguia zerar, que ainda tinha despesas de R$ 8.000,00 por mês, que era uma fortuna para aquela época.

O que me faz lembrar sempre deste epispodio, e que a  mulher do Marques conversa com Eduardo dono da imobiliária, naquela época nem me lembro se havia celulares, lembro-me que o Eduardo pediu para usar o meu telefone, e ligou para uma outra imoliári, do Roberto, do outro lado Avenida, perguntando induzindo, sabe aquele apertamento de R$ 1.200,00, na rua tal, vizinho do meu, tenho um cliente pra ele. Logo depois eles foram pra lá, e o Eduardo me falou que a loira não aceitava de jeito nenhum morar num apartamento de R$ 600,00, então ele arrumou um aluguel de 600 por 1200 pra ela.

Dinheiro fáz cócegas também.


Porra, isso é sensacional 
Sensacional é pouco. Esses causos contados pelo Emílio dariam para abrir um tópico de humor e com certeza elevaria o astral nesse ambiente de "guerra de foice". kkkkk


 
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