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macau
  Arbitragem em tempos de VAR

Desde o início • 17+ anos de CANAL
Brasilia/DF

Garrincha


Em 06/09/2023 às 11:34

Eis um tema que, vez por outra, fica em destaque.

De um lado os saudosistas e amantes de uma boa polêmica de bar, preferem que o juiz decida o jogo.

No entendimento desse grupo, o futebol é mais dinâmico, menos sujeito a paradas.

De outro lado estão aqueles que querem que a justiça prevaleça, que o certo seja anotado.

Há uma razão simples, clara, cristalina: futebol é muito sério e caro pra ficar apenas na decisão de poucos, sem usar bem os meios de que dispomos.

Ninguém é refém do VAR pelo simples motivo que nenhum árbitro é capaz de ter todos os ângulos do lance a sua disposição, em diferentes velocidades.

O olho humano não pode competir com diversas câmaras, menos ainda quando há movimento.

O que torna a arbitragem mais complicada de ser feita no futebol do que em alguns outros esportes coletivos é o contato físico.

Vejam que em esportes onde não há o contato físico, nem se discute a decisão do árbitro, apoiada nas imagens das câmeras.

No tênis, vôlei, por exemplo, é bola dentro ou fora, toque na rede ou não, invasão ou não. Não há polêmica.   

E, no contato físico do futebol, há muitos jogadores que inventam faltas e colocam a arbitragem em risco.

Punir com mais rigor esta encenação ou apenas punir sempre que ocorra deveria reduzir esse comportamento.

Mas há momentos em que o jogador que encena leva amarelo e em outros momentos não leva.

Por outro lado, a falta de maior rigor na punição da arbitragem e do VAR acaba por desacreditar o trabalho feito pelos homens e mulheres do apito.

Há um terceiro aspecto da arbitragem que favorece o erro do juiz: a forma direta, ofensiva e permanente que os jogadores criticam as decisões, qualquer que seja.

Mas isso é papo pra outro texto.

 

S A,

Macau


 

asouza

Desde 12/2008 • 15 anos de CANAL
Ceilandia/DF

Garrincha


Em 06/09/2023 às 17:02
 

O VAR no Brasil só nos mostrou como os árbitros são despreparados, ruins e mal-intencionados. É um show de horrores, pra dizer o mínimo.

Alvinegro21

Desde 07/2019 • 4 anos de CANAL
Rio de janeir/RJ

Garrincha


Em 06/09/2023 às 17:58
 

VAR está sob o comando da CBF, só isso diz muito sobre ele.



O BOTAFOGO RESGATOU A DERROTA DAS GARRAS DA VITÓRIA

 

by Scott

zandona

Desde 05/2014 • 10 anos de CANAL
Rio de Janeiro/RJ

Garrincha


Em 06/09/2023 às 18:13
 

Interessante reflexão! Vou acrescentar mais um ponto: eu achei que os erros da arbitragem cometidos contra o Botafogo pouco repercurtiram. Se fosse o contrário, teríamos uma horda de "especialistas" repetindo, mostrando em câmera lenta, fazendo um coro de protesto contra a fraca arbitragem. Contra o Botafogo eu vi duas especialistas afirmarem que os dois gols foram irregulares. Do outro lado eu vi aquele comentarista que foi juiz muito fraco, cujo irmão ainda é juiz, fazer um malabarismo para defender que não houve qualquer erro de arbitragem (cotoveladas, mãos na bola, primeiro e segundo gol do Flamerda), bem como a terrível Nadine Bastos (acho que é esse o nome), para a surpresa de ninguém. Por isso eu achei a reflexão feita pelo influencer Felipe Neto pertinente: e se fosse o contrário? A regra precisa ser mais clara para que lances capitais não fiquem pendentem de critérios subjetivos de análise porque se depender disso sabemos quais times serão sempre beneficiados. 

 

Imagem 





"Eu sei que após minha morte, jogarão muito lixo sobre meu túmulo, porém os ventos da história os removerão"

Josef Vissariónovitch Stalin

zandona

Desde 05/2014 • 10 anos de CANAL
Rio de Janeiro/RJ

Garrincha


Em 06/09/2023 às 18:18
 

zandona disse:

Interessante reflexão! Vou acrescentar mais um ponto: eu achei que os erros da arbitragem cometidos contra o Botafogo pouco repercurtiram. Se fosse o contrário, teríamos uma horda de "especialistas" repetindo, mostrando em câmera lenta, fazendo um coro de protesto contra a fraca arbitragem. Contra o Botafogo eu vi duas especialistas afirmarem que os dois gols foram irregulares. Do outro lado eu vi aquele comentarista que foi juiz muito fraco, cujo irmão ainda é juiz, fazer um malabarismo para defender que não houve qualquer erro de arbitragem (cotoveladas, mãos na bola, primeiro e segundo gol do Flamerda), bem como a terrível Nadine Bastos (acho que é esse o nome), para a surpresa de ninguém. Por isso eu achei a reflexão feita pelo influencer Felipe Neto pertinente: e se fosse o contrário? A regra precisa ser mais clara para que lances capitais não fiquem pendentem de critérios subjetivos de análise porque se depender disso sabemos quais times serão sempre beneficiados. 

 

Imagem 


Eu bati boca com um flamerdista nas redes sociais e ele interpreta a regra de modo a defender que não houve qualquer infração. No entanto, a meu ver, o caso do gol do Marlon Freitas  se encaixaria na condição 3 visto que se tratou de um movimento feito pelo urubu que atrapalhou o jogador alvinegro. O corte bisonho se deu devido a tentativa de afastar a bola para que esta não chegasse ao adversário que se projetava em posição de impedimento. Mas ele se ateve somente ao fato de que Bruno Henrique estava atrás do Marlon Freitas. Ora, se o corte foi exatamente para evitar que bola chegasse ao adversário que estava em vias de marcar um gol, independe se houve gol contra ou não, a jogada será irregular visto que o motivo do corte foi para evitar que a bola chegasse em um jogador que estava em posição irregular. Não adiantou argumentar. Não vejo subjetivismo na regra, embora a pessoa possa interpretar de outra forma. Por isso eu acredito que a regra deveria ser redigida com mais detalhes, demonstrando com exemplos que simulam situações de jogo de forma mais específica.




"Eu sei que após minha morte, jogarão muito lixo sobre meu túmulo, porém os ventos da história os removerão"

Josef Vissariónovitch Stalin

macau

Desde o início • 17+ anos de CANAL
Brasilia/DF

Garrincha


Em 06/09/2023 às 18:24
 

asouza disse:
O VAR no Brasil só nos mostrou como os árbitros são despreparados, ruins e mal-intencionados. É um show de horrores, pra dizer o mínimo.


Imagina as implicações que isso pode ter com as casas de apostas, cada vez em maior número e com muita grana circulando...

Mas me chama muito mais a atenção a brutal diferença entre uma arbitragem com e sem var atuando corretamente 



zandona

Desde 05/2014 • 10 anos de CANAL
Rio de Janeiro/RJ

Garrincha


Em 06/09/2023 às 18:26
 

zandona disse:
zandona disse:

Interessante reflexão! Vou acrescentar mais um ponto: eu achei que os erros da arbitragem cometidos contra o Botafogo pouco repercurtiram. Se fosse o contrário, teríamos uma horda de "especialistas" repetindo, mostrando em câmera lenta, fazendo um coro de protesto contra a fraca arbitragem. Contra o Botafogo eu vi duas especialistas afirmarem que os dois gols foram irregulares. Do outro lado eu vi aquele comentarista que foi juiz muito fraco, cujo irmão ainda é juiz, fazer um malabarismo para defender que não houve qualquer erro de arbitragem (cotoveladas, mãos na bola, primeiro e segundo gol do Flamerda), bem como a terrível Nadine Bastos (acho que é esse o nome), para a surpresa de ninguém. Por isso eu achei a reflexão feita pelo influencer Felipe Neto pertinente: e se fosse o contrário? A regra precisa ser mais clara para que lances capitais não fiquem pendentem de critérios subjetivos de análise porque se depender disso sabemos quais times serão sempre beneficiados. 

 

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Eu bati boca com um flamerdista nas redes sociais e ele interpreta a regra de modo a defender que não houve qualquer infração. No entanto, a meu ver, o caso do gol do Marlon Freitas  se encaixaria na condição 3 visto que se tratou de um movimento feito pelo urubu que atrapalhou o jogador alvinegro. O corte bisonho se deu devido a tentativa de afastar a bola para que esta não chegasse ao adversário que se projetava em posição de impedimento. Mas ele se ateve somente ao fato de que Bruno Henrique estava atrás do Marlon Freitas. Ora, se o corte foi exatamente para evitar que bola chegasse ao adversário que estava em vias de marcar um gol, independe se houve gol contra ou não, a jogada será irregular visto que o motivo do corte foi para evitar que a bola chegasse em um jogador que estava em posição irregular. Não adiantou argumentar. Não vejo subjetivismo na regra, embora a pessoa possa interpretar de outra forma. Por isso eu acredito que a regra deveria ser redigida com mais detalhes, demonstrando com exemplos que simulam situações de jogo de forma mais específica.


A regra ainda complementa: "atrapalhar ativamente um adversário significa (hipótese 01) impedir um oponente de jogar ou (hipótese 02) bloquear a sua linha de visão ou (hipótese 03) movimento do oponente ou (hipótese 04) fazer um gesto ou movimento que (hipótese 04.a) irrite ou (hipótese 04.b) atrapalhe o oponente".

O Marlon Freitas não fez o gol contra por que quis, mas porque se atrapalhou ao afastar a bola que iria para o jogador que estava em posição irregular. Ou seja, foi atrapalhado pela movimentação depois de estar em posição irregular. Se não fosse a movimentação irregular do atacante urubuzeiro, certamente Marlon Freitas não faria o gol contra. FATO!

Imagem

Observe a imagem: Marlon Freitas correu para cortar o cruzamento que iria parar nos pés do Bruno Henrique que sairia em frente ao gol.

Imagem

Momento exato em que o Marlon Freitas consegue antecipar ao Bruno Henrique. A bola iria parar exatamente nos pés dele se não fosse o corte equivocado do volante alvinegro. Algumas pessoas por clubismo ainda querem brigar com a imagem e com a regra. 

As palavras acima eu só parafraseei o argumento que utilizei contra o flamerdista, eu praticamente desenhei para que o cara entendesse, demonstrando a contradição do que ele estava defendendo, mas, não adiantou porra nenhuma, o cara continou a brigar com a imagem e a interpretar a regra de modo a estar convencido de que não houve irregularidade. 





"Eu sei que após minha morte, jogarão muito lixo sobre meu túmulo, porém os ventos da história os removerão"

Josef Vissariónovitch Stalin

macau

Desde o início • 17+ anos de CANAL
Brasilia/DF

Garrincha


Em 06/09/2023 às 18:31
 

Alvinegro21 disse:
VAR está sob o comando da CBF, só isso diz muito sobre ele.

Convém lembrar o quanto antigos presidentes estão envolvidos com corrupção e as forças das federações regionais...


macau

Desde o início • 17+ anos de CANAL
Brasilia/DF

Garrincha


Em 06/09/2023 às 18:32
 

zandona disse:
zandona disse:
zandona disse:

Interessante reflexão! Vou acrescentar mais um ponto: eu achei que os erros da arbitragem cometidos contra o Botafogo pouco repercurtiram. Se fosse o contrário, teríamos uma horda de "especialistas" repetindo, mostrando em câmera lenta, fazendo um coro de protesto contra a fraca arbitragem. Contra o Botafogo eu vi duas especialistas afirmarem que os dois gols foram irregulares. Do outro lado eu vi aquele comentarista que foi juiz muito fraco, cujo irmão ainda é juiz, fazer um malabarismo para defender que não houve qualquer erro de arbitragem (cotoveladas, mãos na bola, primeiro e segundo gol do Flamerda), bem como a terrível Nadine Bastos (acho que é esse o nome), para a surpresa de ninguém. Por isso eu achei a reflexão feita pelo influencer Felipe Neto pertinente: e se fosse o contrário? A regra precisa ser mais clara para que lances capitais não fiquem pendentem de critérios subjetivos de análise porque se depender disso sabemos quais times serão sempre beneficiados. 

 

Imagem 


Eu bati boca com um flamerdista nas redes sociais e ele interpreta a regra de modo a defender que não houve qualquer infração. No entanto, a meu ver, o caso do gol do Marlon Freitas  se encaixaria na condição 3 visto que se tratou de um movimento feito pelo urubu que atrapalhou o jogador alvinegro. O corte bisonho se deu devido a tentativa de afastar a bola para que esta não chegasse ao adversário que se projetava em posição de impedimento. Mas ele se ateve somente ao fato de que Bruno Henrique estava atrás do Marlon Freitas. Ora, se o corte foi exatamente para evitar que bola chegasse ao adversário que estava em vias de marcar um gol, independe se houve gol contra ou não, a jogada será irregular visto que o motivo do corte foi para evitar que a bola chegasse em um jogador que estava em posição irregular. Não adiantou argumentar. Não vejo subjetivismo na regra, embora a pessoa possa interpretar de outra forma. Por isso eu acredito que a regra deveria ser redigida com mais detalhes, demonstrando com exemplos que simulam situações de jogo de forma mais específica.


A regra ainda complementa: "atrapalhar ativamente um adversário significa (hipótese 01) impedir um oponente de jogar ou (hipótese 02) bloquear a sua linha de visão ou (hipótese 03) movimento do oponente ou (hipótese 04) fazer um gesto ou movimento que (hipótese 04.a) irrite ou (hipótese 04.b) atrapalhe o oponente".

O Marlon Freitas não fez o gol contra por que quis, mas porque se atrapalhou ao afastar a bola que iria para o jogador que estava em posição irregular. Ou seja, foi atrapalhado pela movimentação depois de estar em posição irregular. Se não fosse a movimentação irregular do atacante urubuzeiro, certamente Marlon Freitas não faria o gol contra. FATO!

Imagem

Observe a imagem: Marlon Freitas correu para cortar o cruzamento que iria parar nos pés do Bruno Henrique que sairia em frente ao gol.

Imagem

Momento exato em que o Marlon Freitas consegue antecipar ao Bruno Henrique. A bola iria parar exatamente nos pés dele se não fosse o corte equivocado do volante alvinegro. Algumas pessoas por clubismo ainda querem brigar com a imagem e com a regra. 

As palavras acima eu só parafraseei o argumento que utilizei contra o flamerdista, eu praticamente desenhei para que o cara entendesse, demonstrando a contradição do que ele estava defendendo, mas, não adiantou porra nenhuma, o cara continou a brigar com a imagem e a interpretar a regra de modo a estar convencido de que não houve irregularidade. 


Exato, Zandona.

Marlon Freitas só correu mais pra evitar o passe pro bh.

Não há como seperar o envolvimento dele no lance e o do jogador do lixo. 



zandona

Desde 05/2014 • 10 anos de CANAL
Rio de Janeiro/RJ

Garrincha


Em 06/09/2023 às 18:38
 

Eu acredito que no regulamento deveria haver as descrições das jogadas que são passíveis de impedimento, se possível como figuras, desenhando, para não haver dúvidas e abrir margem para análise subjetiva. Ilustrar situações de jogo mostrando situação por situação para que não venha Nadine Bastos e PC Oliveira fazerem malabarismos para defender lances que foram interpretados de outra maneira por outros especialistas. Eu acho que pela regra eu estou convencido de que houve impedimento: pelas imagens dá para ver o esforço do Marlon Freitas de cortar o cruzamento que iria parar nos pés do jogador em posição irregular e a ação de corte do Marlon Freitas foi determinada pela movimentação do atacante urubuzeiro indicando que participaria da jogada. Agora se ele demonstrasse de que desistiu da jogada, seria outra história. 

 

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"Eu sei que após minha morte, jogarão muito lixo sobre meu túmulo, porém os ventos da história os removerão"

Josef Vissariónovitch Stalin

fams

Desde o início • 17+ anos de CANAL
SP

Garrincha


Em 10/09/2023 às 18:33
 

O problema é que os árbitros de campo são ruins e parciais, os árbitros de var são ex-árbitros ruins e parciais, os presidentes das comissões de arbitragem são ex-árbitros ruins e parciais e os comentaristas de arbitragem são ex-árbitros ruins e parciais. Com o agravante de que nessa sequência, os ex-árbitros são os piores e mais parciais do grupo anterior. Comentaristas de arbitragem são profissionais, o que leva a crer que o problema não é só de profissionalizar a arbitragem. Quando se torna profissional, a ruindade e principalmente a parcialidade não desaparecem. Não há independência entre árbitro de campo, árbitro de var, comissão de arbitragem e comentaristas de arbitragem.

fams

Desde o início • 17+ anos de CANAL
SP

Garrincha


Em 10/09/2023 às 19:44
 

Esportes com contato físico como basquete e futebol americano, têm regras mais claras e muito menos discussão de erros de arbitragem. No basquete tem 2 árbitros de campo. No futebol americano tem uma equipe de arbitragem em campo. Decisões controversas são tomadas em conjunto e a decisão anunciada pela arbitragem. Por aqui, tem um árbitro, geralmente ruim, na maior parte das vezes prepotente, que acha que manter o jogo sob controle é ameaçar os jogadores quando convém. É capaz de suportar reclamação e dedo na cara de alguns, mas de outros não, dependendo da camisa. Tomam decisões estaparfúdias de acordo com a camisa envolvida. Um exemplo disso, foi a falta em cima do Tchê-Tchê. O Claus viu, mas a cor da camisa faz com que ele diga que não houve empurrão e o jogador se jogou. Fosse o inverso, ele certamente marcaria falta. Aliás, esse é um lance que exemplifica muito o uso do var. Var foi criado para minimizar erros de arbitragem. Se um jogador leva falta no meio de campo e o juiz não marcou, o var não tem o que fazer, exceto se for jogada resultante em gol. Por outro lado, impedimentos claros, por covardia dos bandeiras, acabam sendo analisados por muito tempo, algumas vezes gerando perigo de um jogador se machucar. Todo gol é perdido um tempo imenso, muitas vezes porque o var fica procurando alguma irregularidade no gol, sem que ninguém tenha visto ou reclamado sobre qualquer irregularidade. Ficam caçando irregularidade. Impedimentos foram criados para impossibilitar que um jogador tirasse vantagem de um lance por estar à frente da defesa adversária. Com o var, isso se perdeu. Analisa-se se o dedão do pé do jogador está à frente ou não do dedinho do pé do adversário. Perde-se o sentido da regra. Da mesma forma, lances de mão acabam tendo o mesmo problema. O jogador teve vantagem sobre o adversário com a bola batendo na mão ou não. Com o var, querem interpretar se o jogador teve ou não intenção de colocar a mão na bola ou se a bola bateu na mão após bater em outra parte do corpo do jogador ou não. Muitas das decisões indicam que quem tomou a decisão nunca jogou futebol na vida. Enfim, uma grande parte dos erros de arbitragem no futebol, passam por árbitros mal preparados, regras confusas, corporativismo que vai do juiz de campo ao comentarista de arbitragem, passando pela comissão de arbitragem.



Tuxo

Desde 03/2015 • 9 anos de CANAL
Belo Horizonte/MG

Garrincha


Em 11/09/2023 às 14:42
 

Eu acho o VAR uma medida excelente pro futebol. E foi implementado de maneira tardia. 

O VAR, na sua melhor concepção, claro. Não esse que é usado aqui. 

Lances objetivos ,como impedimento, não sao avaliados de forma assertiva pelo VAR, o que é um absurdo. 


O lance do Marlon Freitas, achei clarissima a interferencia do BH... Mas quero ressaltar outro lance, e nem é do gol. 


Hoje a recomendação é que - meteu o cotovelo, mao no rosto do adversario, é cartão amarelo no minimo - segundo cartão amarelo é vermelho. pq caralhos o juiz nao deu cartao pro BH? Ele não viu? O bandeira não viu? Se viu, pq nao aplicou a regra? Se naõ viu, pq o VAR não chamou? 

Muitos vao falar que é lance de amarelo, entao o VAR nao tinha que chamar, mesmo sendo o segundo amarelo. Mas se o juiz NÃO VIU uam cotovelada, o VAR tem que chaamr pra ele avaliar se houve intenção ou não. Não existia a possibilidade de não ter tido cartão ou interferencia do VAR naqueel lance. 


O grande problema aqui no brasil é o mesmo de quando nao tinha VAR. Falta de criterio e favorecimento para certos times. 

Desse jeito, o VAR conseguiu esclarecer somente o quanto isso existe, mas não tornou nosso jogo mais justo.


fams

Desde o início • 17+ anos de CANAL
SP

Garrincha


Em 11/09/2023 às 18:21
 

É impossível pensar em partidas sem var. A questão não é acabar com o var. no mínimo serve para deixar claro a ruindade e a parcialidade dos árbitros. O problema é que nada é feito para reduzir os problemas e sim para reforçar os erros.

zandona

Desde 05/2014 • 10 anos de CANAL
Rio de Janeiro/RJ

Garrincha


Em 11/09/2023 às 23:14
 

Tuxo disse:
Eu acho o VAR uma medida excelente pro futebol. E foi implementado de maneira tardia. 

O VAR, na sua melhor concepção, claro. Não esse que é usado aqui. 

Lances objetivos ,como impedimento, não sao avaliados de forma assertiva pelo VAR, o que é um absurdo. 


O lance do Marlon Freitas, achei clarissima a interferencia do BH... Mas quero ressaltar outro lance, e nem é do gol. 


Hoje a recomendação é que - meteu o cotovelo, mao no rosto do adversario, é cartão amarelo no minimo - segundo cartão amarelo é vermelho. pq caralhos o juiz nao deu cartao pro BH? Ele não viu? O bandeira não viu? Se viu, pq nao aplicou a regra? Se naõ viu, pq o VAR não chamou? 

Muitos vao falar que é lance de amarelo, entao o VAR nao tinha que chamar, mesmo sendo o segundo amarelo. Mas se o juiz NÃO VIU uam cotovelada, o VAR tem que chaamr pra ele avaliar se houve intenção ou não. Não existia a possibilidade de não ter tido cartão ou interferencia do VAR naqueel lance. 


O grande problema aqui no brasil é o mesmo de quando nao tinha VAR. Falta de criterio e favorecimento para certos times. 

Desse jeito, o VAR conseguiu esclarecer somente o quanto isso existe, mas não tornou nosso jogo mais justo.

fams disse:
É impossível pensar em partidas sem var. A questão não é acabar com o var. no mínimo serve para deixar claro a ruindade e a parcialidade dos árbitros. O problema é que nada é feito para reduzir os problemas e sim para reforçar os erros.

 

É por essa razão, em decorrência da parcialidade e dos critérios que favorecem os times de sempre, que eu defendo que as regras devem ser as mais objetivas possíveis para não dar margem à interpretação. Se possível com a descrição de cada lance suscetível a impedimento, interferência do VAR, falta, mão na bola, sempre com a utilização de imagens ilustrando esses lances de forma pedagógica. 

Daí coloca um lance de impedimento mostrando um jogador em posição irregular que atrapalha a visão do adversário, ilustrando com desenho para que anta de apito não tenha dúvidas. Em outro desenho mostra o jogador em posição irregular disputando a bola. Em outro desenho ilustra a situação onde o jogador em posição irregular se movimenta dando impressão de que receberá a bola no ponto futuro em uma situação real de gol, confundindo o adversário que se antecipa ao lance e corta a bola, e assim sucessivamente.

O que não pode é dar margem para interpretação, porque se houver margem para interpretação ela vai ser sempre favorável aos de sempre, tanto nas tomadas de decisões da arbitragem, quanto no efeito silenciador da grande mídia corporativa, quanto de comentaristas que são ex-árbitros ruins e parciais. O pior é que a regra é bem clara para demonstrar que aquele lance do Marlon Freitas foi impedimento, mas para alguns comentaristas ela tem que ser desenhada para não haver dúvidas. Mas eu acho que esses comentaristas não possuem dificuldades de compreensão e interpretação de textos, estou mais convencido de que são desonestos, isso sim. Por isso eu defendo não só a descrição textual de cada lance, mas a sua ilustração, porque palavras tem como distorcer para fazer malabarismos, escamotear, beneficiar os de sempre, vamos ver se ilustrando lance a lance essa palhaçada continua. Bem, talvez continue. Sempre há um jeito. Olha o que fizeram com as iniciativas jurisprudenciais e normativas para acabar com o nepostimo.   





"Eu sei que após minha morte, jogarão muito lixo sobre meu túmulo, porém os ventos da história os removerão"

Josef Vissariónovitch Stalin

FOGÃO V.R.

Desde 01/2012 • 12 anos de CANAL
Volta Redonda/RJ

Garrincha


Em 12/09/2023 às 10:02
 

Até esse último jogo a arbitragem estava correta com a gente esse ano.

Acho que essa questão se resolve nos bastidores,tem que aumentar a influência dentro da CBF,senão nos jogos decisivos qualquer lance duvidoso será sempre a favor dos mesmos.

Vamos observar os próximos jogos.

 



 
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