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lscunha
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Desde 12/2007 • 18 anos de CANAL Blumenau/SC
Garrincha
Em 04/03/2026 às 16:00 |
Eu tenho pensado muito sobre a filosofia de jogo que o Anselmi tenta implantar no Botafogo, que como os demais times brasileiros está preso, creio que por um atavimo já secular, num modelo de jogo de uma linha de 4 zagueiros. Antes da falarmos desse assunto, devo exemplificar com dois fatos que aconteceram comigo. Meu pai, com quem convivi apenas 9 anos, pois faleceu num campo de futebol em pleno desenrolar de uma partida, foi jogador da base do Atlético Mineiro e quando veio para o Rio, pois era mineiro de Santa Luzia, um município que engloba Confins, onde se locliza o Aeroporto, foi jogar no Juvenil do América, que era o Time de minha família e minha mãe era fervorosa torcedora. Ele era ambi-destro de nascimento e me treinou para ser também e sei perfeitamente as dificuldades que se encontra para isso. O filho com quem moro é canhoto e quando compramos seu primeiro computador, escolhemos um que o mouse ficasse do lado esquerdo e todos nós tivemos que nos adaptar a trabalhar no seu manejo com a mão esquerda e de tal forma ocorreu, que hoje tenho dificuldades em trabalhar no mouse com a mão direita. Essa história eu a estou utilizando para exemplo de aquisição de hábito, o qual só é possível com treinamento sequencial e como não se trata de implantar o mesmo em um jogador específico, mas num elenco, é claro que é uma tarefa mais extensa e que requer mais tempo e pelo que vejo estamos no meio do caminho e o ponto principal a ser tratado é a da transição mais vertical, que aumenta o risco de erro e proporcionar contra-ataques aos adversários e aí o time puxa o freio de mão e prefere a bola de segurança e joga para trás de forma irritante, pois a mentalidade ainda é melhor não arriscar, por conta do medo de perder. Joguei futebol, mais de salão e sei que é um jogo de ocupação de espaços e assim sendoele deve se apoiar nua sistemática de sincronismo que a cada lance os jogadores saibam exatamente como se movimentar e para ocupação de espaços ofensivamente e se recompor defensivamente. Para isso, além de jogadores até mais inteligentes que virtuosos, é preciso de tempo, mas acho que vale a pena, pois no momento que tudo se encaixar, vamos estar alguns passos na frente dos demais em modelagem de jogo. Dito Isto, quero acrescentar que sem um bom goleiro que saiba joar com os pés para iniciar as construções e um centro-avante que saiba finalizar, mesmo com a máquina azeitada, teremos sempre dificuldades. lscunha LUIZ SERGIO CUNHA |
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ptarsomenezes
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Desde 01/2010 • 16 anos de CANAL rio de janeiro/RJ
Garrincha
Em 06/03/2026 às 00:11
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Fernando Diniz Argentino.
Vai morrer, Botafogo junto, tentando emplacar um sistema claramente ele não tem peças para implementar.
DE ONDE NÃO SE ESPERA NADA PORRA NENHUMA SAI. |
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lscunha
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Desde 12/2007 • 18 anos de CANAL Blumenau/SC
Garrincha
Em 06/03/2026 às 09:55
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Pode ser, mas apostaria que não. As pessoas confundem saída de bola com linha e 3, com linha defeniva de 3 zagueiros. o Botafogo de Arthur Jorge já fazia essa saída, com a diferença de que ao invés de trabalhar a bola, usava na maioria das vezes o lançamento vertical, através do Barbosa e do Marlon, que ao meu ver é para ser utilizado quando houver espaço desocupado, pois na mioria das vezes resulta em dar a bola pra o adversários. Ainda acho cedo para me posicionar nesse assunto, mas torço para encaixar e se isto ocorrer, estaremos alguns passos na frente dos demais. lscunha
LUIZ SERGIO CUNHA |
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ptarsomenezes
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Desde 01/2010 • 16 anos de CANAL rio de janeiro/RJ
Garrincha
Em 06/03/2026 às 20:02
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chegando no abismo ele deu o passo certo a frente.
DE ONDE NÃO SE ESPERA NADA PORRA NENHUMA SAI. |