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  Metodologia

Desde 12/2007 • 14 anos de CANAL
Blumenau/SC

Garrincha


Em 22/08/2022 às 10:01

Como eu não presencio os treinos do Botafogo, me fica muito difícil falar sobre o trabalho do Luiz Castro.

Há, no entanto, duas possibilidades: ele não se faz entender ou o grupo na sua esmagadora maioria, apesar do talento, não possui patamar de entendimento sobre aquilo que ele quer.

Na primeira hipótese e considerando suas entrevistas ele é adepto e nesse ponto concordamos, que um novo procedimento de movimentação seja implantado, mas o mesmo não se faz sentir tanto nas ações defensivas, como nas criativas e ofensivas e entendo que a causa se deva a mesma não ser sincronizada e sem isso a movimentação se dispersa e as áreas ocupadas são abandonadas sem novas ocupações e espaços fatídicos sejam dados de bandeja aos adversários e isso me ficou nmuito claro no jogo contra o juventude e percebi que todo mundo joga na espera de nossos erros.

A segunda hipótese e falo isso por vivência e vem de longo tempo, pois meu tempo de atleta me leva aos anos 50/60/70 e sempre vi talentos espetaculares, mas pouco senso de jogo coletivo e exemplifico num procedimento atual do jogador brasileiro, que prefere o drible ousado, que se bem sucedido é enaltecido, que o simplório passe que não o leva a uma consagração.

Outro exemplo é a finalização com possibilidade porcentual baixa de sucesso ao invés da assistência com ampla possibilidade de um companheiro melhor colocado ser exitoso.

Junte a isso a burrice esquemática, pois a grande habilidade que temos, nos leva a sermos rebeldes à coletividade, pois egoisticamente somos adeptos do individualismo, que começaremos a entender o que está nos acontecendo.

Creio que nosso problema é de mentalidade e vejo isso nitidamente, assistindo jogos do Palmeiras e do fFamengo, os dois melhores times do Brasil, onde a coletividade é o estado predominante.

Penso e não sei se já rolou esse papo, mas nosso técnico tem que introduzir a mentalidade de opção pelo coletivo e as ações de ocupação de espaços por sincronização de movimentação e não a oferta dos espaços do campo que ocupávamos para o adversário com ações que não assegurem a imediata ocupação dos mesmos. 

Por tudo isso, não estou apto a falar sobre o que ocorre em nossas entranhas, mas o Castro acerta essa modelagem através de uma metodologia coletiva de jogo ou a indisciplina do individualismo sem aporte do coletivo nos colocará em risco.

Talvez ainda caiba uma espera ou talvez não, mas o fato é que até aqui, o trabalho está a desejar.

lscunha 



LUIZ SERGIO CUNHA

cadu

Desde o início • 12+ anos de CANAL
Rio de Janeiro/RJ

Garrincha


Em 23/08/2022 às 21:56
 


Cunha, o Castro já demonstrou claramente não ter competência nenhuma para ser técnico de futebol.
 
Independentemente de táticas, esquemas, filosofias de jogo, etc, ele escala mal, substitui pior ainda, não tem boa leitura do jogo, não tem jogadas ensaiadas, é teimoso e parece desconhecer completamente os adversários e o futebol brasileiro. Fora isso, parece que está perdendo o comando do grupo.
 
O seu tempo para apresentar resultados já se esgotou. O elenco do Botafogo não é tão ruim a ponto de brigar para não ser rebaixado.
 
Fora Castro! Enquanto é tempo...


lscunha

Desde 12/2007 • 14 anos de CANAL
Blumenau/SC

Garrincha


Em 23/08/2022 às 22:47
 

Cadu,

sinceramente é muito difícil para mim, que estou aqui em Blumenau, ter uma noção de quem é de fato o LC. 

nas entrevistas e não sou leigo em esquematizações táticas, ele me passa a ideia de conhecer o assunto.

no meun tempo e falo de 60 anos passados, o nível de discernimento de nossos jogadores era muito baixo, embora o de talento fosse enorme e pode ser que isso tenha se invertido, pois sinceramente, eu não vejo no futebol brasileiro, nenhum craque com C em atividade.

vamos pegar, por bexemplo o Zico, que jogava no atual disparado melhor clube do Rio.

vou fazer uma derrama e lhe perguntar se tem alguém no atual elenco deles que tenha 20% do futebol do Zico?

pelas entrevistas, a maioria acha que vai bem, quando entra em campo de mãos dadas com Deus e na verdade o que conta é o suor derramado nos preparativos para o jogo e os modelos imaginários de eventuais lances, do jogo jogado antesbdo real, que os habilita para as improvisações.

eu não acho que corremos nenhum risco de cairmos e sou até otimista quanto a difícil, mas não impossível vaga para a libertadores.

é como um quebra-cabeça e uma vez encaixada a peça chave, tudo se ordena, só que não sabemos qual a peça chave, mas pelo que vejo será o Tiquinho,

lscunha 





LUIZ SERGIO CUNHA

 
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