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  Recuperação judicial pode afugentar investidores

Desde 10/2017 • 2 anos de CANAL
volta redonda/RJ

Nilton Santos


Em 02/12/2019 às 18:27

Andrei Kampff

02/12/2019 04h00

A Câmara dos Deputados aprovou na semana passada o projeto de lei que cria incentivos para os clubes se transformarem em empresas. O texto agora segue para o Senado e, se for aprovado, ficará a cargo do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) sancionar ou não. Atualmente, a maioria dos clubes brasileiros são constituídos como associações civis sem fins lucrativos. O texto não obriga a adesão dos clubes de futebol ao modelo. Mas dá vantagens para quem optar por se transformar em empresa, como um regime tributário diferenciado, sistema próprio de refinanciamento de dívidas, regras mais benéficas para a recuperação judicial, além de uma maior abertura para a contratação de jogadores com um regime trabalhista diferenciada. O Lei em Campo mostra quais são as principais mudanças e como elas vão afetar os clubes. "Virar empresa não é solução. A solução é ser profissional na gestão, é pensar como empresa. Não há garantia de que o PL profissionalizará o futebol. Talvez ajude a salvar alguns clubes, e isso sirva de exemplo para que outros se ajustem", adverte o economista César Grafietti, especialista em gestão do esporte.

Recuperação judicial

A maior crítica ao projeto recai sobre a possibilidade de recuperação judicial aos clubes. Os clubes poderão se submeter às regras previstas na Lei de Falências e Recuperação Judicial. Times que optarem por entrarem em recuperação judicial não poderão ser impedidos de participar de competições nacionais.

"A recuperação judicial é um problema enorme e pode criar um caos. Ela pode levar a um descrédito do projeto e afugentar os investidores, porque pode ser usada para o clube dar calote nas dívidas. É um risco, esse ponto deveria ser retirado ou vetado pelo Senado", critica Alexandre Rangel, sócio de consultoria, especialista em megaeventos do setor esportivo da consultoria EY

Soufogao

Desde 01/2008 • 11 anos de CANAL
Brasilia/DF

Garrincha


Em 02/12/2019 às 20:42
 

Só rindo mesmo... Para um mau fudedor até as bolas atrapalham.

Matéria sob medida para a mulambada ficar no status quo.





 

alvinegro21

Desde 07/2019
Rio de janeir/RJ

Profissional


Em 02/12/2019 às 20:50
 

Soufogao disse:
Só rindo mesmo... Para um mau fudedor até as bolas atrapalham.

Matéria sob medida para a mulambada ficar no status quo.

pois é. Materia para apavorar trouxa, o que não falta no mundo




DE ONDE NÃO SE ESPERA NADA
 
PORRA NENHUMA SAI.

mineirow@hotmail.com

Desde 09/2013 • 6 anos de CANAL
zona rural/MG

Garrincha


Em 03/12/2019 às 12:09
 

>> Ela pode levar a um descrédito do projeto e afugentar os investidores, porque pode ser usada para o clube dar calote nas dívidas.

acho engraçado quando os tais consultores chegam aqui na roça......o cara vem de fora, nunca pisou na empresa e quer ensinar o camarada  que

faz o trem andar a 30 anos.

tipo ensinar o pai nosso ao vigário.

quanto a RJ, a idéia é justamente o contrário, ou seja, viabilizar o pagamento aos credores.

é RJ ou falência e aí sim, vem o calote.

 





Acaba 2020!

Mineiro♣

 

 

 

vini-s

Desde 02/2016 • 3 anos de CANAL
Porto Alegre/RS

Garrincha


Em 03/12/2019 às 12:56
 

Pra quem tá criticando a matéria, deveria observar que o autor da crítica à Recuperação Judicial é o Alexandre Rangel, da Ernst Young, talvez a pessoa no Brasil mais por dentro do projeto de S/A do Botafogo, já que foi um dos, se não o principal, agentes da EY no processo. 

Além de ser botafoguense roxo, tbm por razões profissionais é o maior entusiasta do projeto.


TEm pelo menos uns 3 podcasts dele explicando com detalhes como pode/deve funcionar, já até citados aqui no fórum, pra Radio Botafogo, pro Globo Esporte. 

Se o cara tá dizendo, obvio que tem validade. 

 

Saiam da bolha. 

 

É como se voces quisessem ensinar a bíblia pro Papa. 



vini-s

Desde 02/2016 • 3 anos de CANAL
Porto Alegre/RS

Garrincha


Em 03/12/2019 às 12:59
 

http://www.radiobotafogo.com.br/socio-da-ey-explica-como-funciona-o-projeto-para-sanear-o-botafogo/

 

O sócio da EY Alexandre Rangel é um dos responsáveis pela estruturação do projeto, juntamente com o escritório de advocacia Trengrouse. Em entrevista ao blog, ele explica cada detalhe do projeto:

 

 

 

 

 

 

Se esse aqui não tem legitimidade pra fazer uma pontuação sobre a lei e tá só 'apavorando trouxa', eu não sei quem tem... 



alvinegro21

Desde 07/2019
Rio de janeir/RJ

Profissional


Em 03/12/2019 às 13:33
 

mister

 

a critica é quanto a reportagem de falar o óbvio ululante. e a importância dada a isso.





DE ONDE NÃO SE ESPERA NADA
 
PORRA NENHUMA SAI.

vini-s

Desde 02/2016 • 3 anos de CANAL
Porto Alegre/RS

Garrincha


Em 03/12/2019 às 14:16
 

alvinegro21 disse:

mister

 

a critica é quanto a reportagem de falar o óbvio ululante. e a importância dada a isso.


É só tu ler aqui mesmo no fórum ou em qq grupo de whatsapp de botafoguense, que tu vai ver que não tem nada de óbvio ululante.

Tem que mudar, e tem tudo pra ser melhor. Mas 90% acha que é um passe de mágica, que com a instalação da SPE é garantia de montar uma seleção a partir do mês que vem já. 



 
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